domingo, 7 de agosto de 2016

Onde os fracos não têm vez

Esse lugar é no meu coração.
Eu queria ser que nem Paula, a amiga de uma amiga, que se relaciona com um cara que é quase um filho para ela, nada de mais, muito pelo contrário, mas ela acha que ele é a melhor coisa do mundo.
Talvez eu esteja idealizando demais, mas para que serve o amor senão para nos iludir, para nos inspirar? Só que eu dei azar. Peguei uma geração de homens fracos, que, pra começar, se educaram via Tiazinha e pornografia na internet, que não sabem quem são, o que querem e não lutam por nada. O que vier é lucro. Ficam que nem Romário na boca do gol. Esse tipo de homem, para mim, é o que há de mais broxante. Uma falta de querer, de ganhar e de perder... Ah, essa minha maldita mania de expectativa! Por que eu não crio unicórnios em vez disso, né?

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