sábado, 26 de setembro de 2009

Alter-ego


Não sei o porque, mas quando assisti a primeira cena dele em "Shrek", senti algo de semelhante! (risos)

Céu de Brasília, traço do arquiteto...

... GOSTO TANTO DELA ASSIM!!!

Essa música anda me perseguindo nas últimas semanas. Não faz mal: é Djavan. Aliás, eis mais uma delícia de canção by Djavan - de quem aprendi a gostar com minha professora de pilates que só botava isso pra tocar nas aulas (subi 5 escalas, agora, no "frescamômetro"! hihihi).

Sinto-me particularmente contemplada por esse trecho da canção! (risos) Mas gosto mesmo é desse trecho aqui:

Mas é doce morrer nesse mar
de lembrar e nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
eu daria
Isso pra mim é viver



Devagar com o andor

"Viver a Vida" está no ar há quase 3 semanas. Temos Helena... de novo. E temos Zé Mayer no papel de garanhão... de novo! :(
Não é de hoje que o autor força a barra em relação a valorização da sexualidade da terceira idade. Sabe, nada contra um galã de meia-idade, mas essa panfletagem de Manoel Carlos enche o saco, até porque anda mal feita, é expressa via histórias que mais causam crítica que simpatia. Alguém via liga entre Lorena e Expedito? Não tava na cara que ele, apesar de ser um cara honesto, estava com ela mais por comodismo que por real afeição? Pô, se quer defender a causa, pelo menos arme um contexto que realmente convença o receptor da mensagem daquilo que deseja transmitir.
Voltando a "Viver a Vida", Zé Mayer nunca foi bonito, mas, como ele mesmo disse outro dia, possui masculinidade. É um coroa que tem "it". Mas espera-se que com a idade alguém amadureça, principalmente o homem, que tem no autocontrole uma das condições para a tal masculinidade. É o contrário do que vemos na novela, através de Marcos. Pra mim, ao menos, é desestimulante esse tipo de sujeito metido a garotão que Manoel Carlos vem oferecendo para o Mayer interpretar. Nenhuma mulher inteligente se interessaria por um homem presunçoso e egoísta desse. Cadê o Dr. Moretti de "História de Amor"? Aquilo sim é que é partido!... Ô!...

Fora que há um detalhe básico nessa história: a bunda de gente velha não é das mais agradáveis de se ver. Sempre penso nisso nas cenas de quarto do Mayer com a Taís Araújo. Tudo bem que ali é ficção, novela, mas numa situação real, há de se ter muito amor para encarar um cara já com a cara murcha, imaturo, com 3 filhas da mesma idade que a sua e que ainda por cima está com a bunda velha. Não dá! Eu não acredito no amor de Helena, viu!...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

These Days...

... of fast, nothing last in this graceless age...

Yeah!... I DO like Bon Jovi´s energy!

Tema Musical da Semana

Homenagenzinha a João Havelange!

Hecho en Argentina!

Piluso: a melhor coisa hecha en Argentina, depois do alfajor e de Gardel!!

A Lista

Caramba, o pensamento tem realmente poder!!
Outro dia, estava lembrando de meu professor de português gaiato, Lúcio. Hoje, andando pelo meu local de trabalho, com quem eu literalmente bato de frente? Pois é! Há 11 anos não o via. Fiquei tão contente que dei um abraço, e depois, no meio da conversa, abracei-o de novo - ele deve ter pensado que eu sou uma retardada que sai abraçando os outros por aí! Mas foi massa! Deu saudade dos velhos tempos...

Em homenagem a Lúcio, "A lista", de Oswaldo Montenegro!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sweet child of mine

Dedicado a Luciana


Outro dia estava pensando sobre isso, sobre a criança que um dia fui. Estava vendo um vídeo no Youtube sobre criatividade, e a resposta de uma criança, protagonista de um caso que o palestrante deu como exemplo, me chamou a atenção. Perguntada pela professora sobre o tema de seu desenho, uma garotinha respondeu que estava desenhando Deus. O adulto argumentou com a criança que ninguém conhece a aparência de Deus. A menina, de pronto, respondeu: "Vão conhecer num minuto!". Eu ri muito porque, na idade dela, eu responderia a mesmaaaa coisa!!!... Mas, como cantava Renato Russo, "não sou mais tão criança, a ponto de saber tudo". :(
Olhando para trás, nunca fui tão legal (e tão minha própria fã! :D) como quando era pequena. Meu pai até hoje dá risada de uma vergonha que o fiz passar numa das festas de final de ano da matriz da CEF, quando tinha de cinco para seis anos.
O pai tinha um colega de trabalho - o Paulinho - que era deficiente físico. Eu o vi a festa inteira passando de muleta pra cá, de muleta pra lá. Em determinado ponto, cheguei para Paulinho, e na lata ordenei: "Ei, passa pra cá! Você já brincou demais, e agora é a minha vez!". Meu pai quase imitou a Ana Maria Braga, e quis se enfiar debaixo da mesa. Levei um berro dele me ordenando que deixasse o sujeito em paz - justo de meu pai cuja voz de barítono sempre me impressionou, em especial na infância. Paulinho ficou uns dez segundos parado, certamente se perguntando de onde eu havia tirado que aquilo era um brinquedo e que a deficiência dele era divertida, mas desconfio que devido a minha criatividade em bolar uma versão "colorida" para o drama de locomoção dele, e provavelmente com pena da pagação que levei de meu pai, resolveu me deixar dar umas voltinhas no "seu brinquedo". E lá fui eu, de muletas, feliz da vida e achando que andar com aquilo era pura diversão! hehehe...
Vou soar brega, mas acreditem que falo a mais pura verdade: ser novamente essa pessoa é um dos meus objetivos atuais. É nessa criatura vivaz e espontânea que um dia fomos que reside a nossa verdade, o nosso eu real. Quanto mais me sinto adulta, mais me dou conta disso!...
Esse blog pergunta: você tem mantido contato com a sua criança interior?


PS.: Sem dúvida, a nossa infância foi a melhor, ou a última das melhores. Domingo, no desfile do Barrinha (alô, Mônica!!!...), só tocaram as canções dos anos 80: Trem da Alegria, Xuxa, Balão Mágico...

sábado, 19 de setembro de 2009

Mantra!



Pra quem ainda duvidava quando eu dizia que estava numa fase a little bit Xuxa! :P

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Isso também passa!

“Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa com os dizeres: ´Isso também passa!´. Então perguntaram a ele o porquê disso. Ele disse que era para que quando estivesse passando por momentos ruins, se lembrar de que eles iriam embora, que iriam passar, e que ele estava vivendo isso por algum motivo. Mas essa placa também era para lembrá-lo de que, quando estivesse muito feliz, não deveria deixar tudo para trás e se deixar levar, porque esses momentos também iriam passar, e momentos difíceis viriam novamente. É exatamente disso que a vida é feita, de momentos. Momentos que temos que passar, sendo bons ou não, para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: nada nessa vida é por acaso! Absolutamente nada!
Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, e da melhor forma possível. A vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser!”
(Autor Desconhecido)

domingo, 13 de setembro de 2009

Por Amor


Amanhã estréia mais uma novela de Manoel Carlos, "Viver a Vida". Por motivos de força maior, o primeiro capítulo talvez seja um dos poucos que conseguirei ver. Bem, quem sabe, se Deus quiser, dessa vez eu me livro desse vício! (risos)
Gosto das tramas do autor não só porque são agradáveis de ver, mas porque me suscitam reflexões sobre a vida - outro vício do qual quero também me livrar (risos).
A primeira vez que Maneco me pôs pra pensar, de verdade, foi em "Por Amor" - na minha opinião, essa foi a última história "redonda" dele, apesar de não ter dado muito ibope. "História de Amor" foi a melhor. Meu Deus, como adorava aquela novela!...
As novelas de MC sempre estão centradas na figura da mãe. A maternidade, pelo que tenho visto, é uma tarefa das mais árduas - se não a mais -, mas é um ótimo escudo para as loucuras de algumas mulheres. Se "por amor" as pessoas perdoam toda e qualquer transgressão, imagine se esse amor for de mãe?! Quem é louco de contestar uma mãe bem-intencionada?! Por isso mesmo, a meu ver, há de se ter muito cuidado com esse tal "amor de mãe".
Primeiro porque por mais que a mãe seja imensamente e sinceramente amorosa, antes de qualquer coisa, ela também é gente, e isso pressupõe a existência de interesses próprios. Segundo, o amor pressupõe respeito, e, sendo assim, cabe a uma boa mãe respeitar as escolhas de sua prole, por mais que lhe doa - vixe, essa parte deve ser difííícil!
As mães de Manoel Carlos sempre me pareceram uma crítica ao comportamento no fundo egoísta das mães.
Afinal, qual é o direito que alguém que ama outro tem sobre o objeto do seu amor? Quem tem o poder de definir o que faz a felicidade do outro que não a própria pessoa?
Manoel Carlos, ao que me parece, concorda com Nelson Rodrigues: "No amor, só temos direito àquilo que o outro nos quer dar". Como legítimo pisciano, o pai das Helenas parece sonhar com um mundo de relações nobres entre as pessoas (embora já tenha ouvido falar que ele não é nenhum doce de coco). Quem dera todo mundo fosse traído e se comportasse de maneira elegante como Virgínia (Angela Vieira).

Em nome do amor, os personagens de Manoel Carlos atropelam seus seres mais queridos. Na referida novela, por exemplo, Helena (Regina Duarte) chega ao cúmulo de afastar o filho recém-nascido do pai, Atílio (Antonio Fagundes), cujo maior sonho, aliás, sempre foi se tornar pai. Para que a filha não sentisse a frustração de não poder ter um filho biológico, a mãe deu seu próprio filho e impôs um luto desnecessário ao amor de sua vida. Sinta a loucura da pessoa, uma criatura muito boa por sinal!
Não sei se notaram, mas eis aí uma outra coisa interessante de se destacar: o amor materno não é algo tão espontâneo assim. Entre a filha adulta e o que acabou de nascer, Helena privilegiou seu amor mais antigo. Enfim, a afeição também é uma questão de construção.

Se a gente avançar mais um pouquinho na linha manequiana, veremos quão absurda era Capitu (Giovanna Antonnelli). Se ela queria dar conforto à família, não seria melhor vender aquele apartamentão e comprar algo mais humilde, e usar o dinheiro restante para algo mais edificante? De onde ela tirou que faria melhor à família se prostituindo (o que implicaria até em risco de vida)? Talvez tenha sido até uma crítica ao materialismo, ao consumismo...

Egoísmos à parte, é inegável, tanto na tela como na "selva", a força desse sentimento que parece nos unir. Certas atitudes, certas "coragens" que tomamos ao longo do caminho, só mesmo sendo "por amor"!

That´s all, folks! Daqui a 23 horas estará no ar "Viver a Vida". Vamos ver, desta vez, qual será a reflexão que dr. Maneco nos trará!

Felicidade à milanesa

Como legítima filha da rainha Yemanjá, sei que posso viver sem qualquer coisa, menos sem a presença do mar!

Há 9 meses, quando soube da notícia de que me mudaria para a Barra, não me emocionei muito. Claro, é sempre bom ser surpreendida positivamente pelo destino, já que nunca imaginei que, pelas mãos de meus pais, poderia algum dia sair de Itapuã, lugar ao qual pareciam ser tão apegados. É óbvio que morar próxima de tudo também me deixou satisfeita e que estar pertinho da casa de minhas amigas me animou. O que quero dizer é que a Barra, em si, não me emocionava muito. O bairro, para mim, tinha clima de inferninho.
Havia tirado a sorte grande e nem sabia!...
Na Barra, não só encontrei comodidade, espiritualidade e "braguidade" (risos), como encontrei beleza. Meus olhos, desde então, agradecem. Digo, sem afetação mas porque é verdade, que moro no melhor lugar de Salvador. Quer prova? Atrás de mim, o Corredor da Vitória. À minha esquerda, uma mega Perini e o Largo da Graça. Se eu descer a rua, caio no Porto. Atravessando a rua, estou no Hospital Português. Se descer na segunda à esquerda, vou parar no Jardim Brasil, e se desço a ladeira, estou quase no Shopping Barra. De quebra, meus vizinhos são fofos, e o vizinho é brasiliense e bancário, como meu pai.
Lembro que a primeira vez que cheguei em casa, na Av. Princesa Isabel, sorri para uma imagem que muito me agradava: estudantes voltando para casa. Aquilo, sim, tinha a ver comigo! Em Itapuã, o que eu andava vendo, ultimamente, eram pessoas com jeito de marginais. Não me levem a mal. O bairro, apesar de ser distante de tudo, em um passado não muito distante foi um lugar bonito e tranqüilo. As invasões e o tráfico de drogas conseguiram transformar um ambiente antes solar em um território obscuro, sujo, desagradável.
Talvez não tivesse me emocionado com a mudança porque não conhecia o melhor lugar do bairro: o Porto da Barra.
Como era uma completa forasteira no bairro, tive que começar a explorar com os meus próprios pés o local. Literalmente. No início, minhas caminhadas eram por aquele trecho do Castro Alves-Campo Grande-Ladeira da Barra. Sempre amei o Campo Grande, e poder andar em plena tarde de domingo por ali, passando pelas árvores do Corredor da Vitória, me deixou superempolgada.
Mas a grande paixão ainda estava por vir. Numa tarde da primeira quinzena de janeiro, depois de muito meu pai insistir, fui à famosa praia do Porto da Barra. Desci a Princesa Isabel toda desconfiada, preparada para ver gays se pegando, turistas alisando mulheres vulgares, enfim, esperava ver a baixaria. Mas, por outro lado, pensei que a praia não devia ser assim, ou do contrário, meus pais, tão conservadores, não a frequentariam.
Aquilo era o paraíso, isso sim! Eu pensava que Jaguaribe era a melhor praia, mas nem se compara ao Porto! Primeiro, que o estilo da praia, com exceção da extensão da areia, me lembra de algum modo o Rio de Janeiro. Segundo, que o mar é uma delícia: quente, sem algas, sem pedras, e sem ondas. Descobri que já faz parte da Baía de Todos os Santos - essa baía, a meu ver, é uma das provas de que Deus existe! Ô mar bonito! Que visão! Mar imenso, uma beleza sem fim nem descrição!... Terceiro, o Forte de Santa Maria dá uma vista fantástica; qualquer dia, vou passar a tarde inteira sentada ali. Quarto, que todo mundo está naquele lugar: os gringos, os negros, as periguetes, as famílias, as patricinhas, os populares. Uma festa!
Às vezes a coisa foge do controle. Foi o caso do último feriado de 7 de Setembro. Aquilo ali virou um Piscinão de Ramos! Hilário! hahaha... Outro dia, tinha uma mulher muito gorda, mas nem aí para as trezentas celulites de sua bunda (tão nem aí que estava usando fio dental. Eis a legítima musa do "Todo enfiado"!hahaha). Muito figura! Minha mãe, coitada, é que não gostou muito de uma coisa: do biquini da pessoa. É que ela havia comprado um igual; a sorte foi que havia ido à praia com outro biquini. Ia ser ridículo as duas que nem um par de jarros. hahaha... Aliás, a praia tem isso de bom: você vê cada exemplo inspirador de auto-estima...
Eu amo a orla da Barra, sou fascinada pelo mar do Porto! De verdade. Sempre que dá, caminho por lá. Qualquer oportunidade, e lá vou eu dar uma espiadinha na praia do Porto, naquela animação que nunca pára, naquela areia que nunca está vazia. Meus sábados são mais felizes desde que moro aqui. Tomo sol, mergulho no mar, me sujo de areia, dou um giro no calçadão, me divirto com as figuras que aparecem e, se der vontade, ainda me lambuzo com Chicabon. hehehe

Posso dizer, ainda que isso pareça piegas, que encontrei naquele mar o porto seguro de mi alma! Ando feliz com a natureza como só me lembro de ter sido quando criança. :)

Frase da Semana

"Quando você pára de acreditar nas pessoas, começa a fazer besteira. Passa a pensar que ninguém vale nada, que todo mundo tem um preço, e que por isso não precisa agir certo com ninguém."

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Semelhante Atrai Semelhante


Uma das coisas que sempre me intrigou na vida foi essa mistura do bem e do mal no mesmo território. Explico: quem nunca se pegou se perguntando, por exemplo, o porque de uma pessoa boa ter se casado com uma pessoa mau caráter ou de gênio ruim. Ok, todos nós carregamos dentro da gente luz e sombra, mas há sempre um deles que predomina. Um assassino pode ter um amor incondicional pela própria mãe. Nada impede, e isso não quer dizer que se trate de uma pessoa boa. O contrário também acontece. Até Jesus perdeu a paciência. Um famoso médium contou que já viu Chico Xavier dando chilique por conta da quantidade de sal no feijão.
Sempre ouvi dizer que somos responsáveis por tudo o que acontece em nossas vidas. Há até aquela máxima hipponga do "Tu atrai o que tu transmite". Nunca havia entendido isso direito até agora. Pelo que venho lendo, vendo e conversando com quem entende mais do assunto, é por aí mesmo: nada que não vibre na mesma faixa que você poderá atingi-lo. É bem como diz aquela resposta besta que criança adora falar na infância: "O que vem de baixo não me atinge e o que vem de cima não me alcança".
Essa questão do casamento entre "opostos", do exemplo acima, ficou clara para mim. Um tem a índole boa e o outro, um caráter ruim. O que faz com que sejam semelhantes? Nada, a princípio. Mas se a gente relembrar os casos assim que nós conhecemos, veremos que essa pessoa boa é sempre uma pessoa fraca, sem muita auto-estima, passiva diante da vida. Então ela e a pessoa maldosa são unidas pela fraqueza de caráter - um porque não reage, e não o faz porque não se ama, e o outro porque precisa fazer perversidade com os outros para se provar, precisa abusar da fragilidade alheia para ter "bem-estar", e precisa disso porque é doente. São ou não são semelhantes?
Tem gente que, ainda que coma o pão que o Diabo amassou com o parceiro, se recusa a admitir os problemas desse. Sabe aquela pessoa que sempre desculpa os erros da outra? Pois é. É porque inconscientemente a pessoa sabe que "semelhante atrai semelhante", e que ao admitir que está com um parceiro de má qualidade, vai ter que admitir a má qualidade de sua própria personalidade. O mesmo acontece com empregos. Se na Física dizem que os opostos se atraem, há uma lei espiritual tão conhecida quanto verdadeira: na vida, só os semelhantes se atraem.
Às vezes é duro admitir, mesmo que só pra si mesmo, mas a vida nos trata como a gente se trata. Fato.
As situações desagradáveis são o convite à reflexão sobre os nossos padrões mentais e sentimentais. Nem tudo que acontece de ruim é punição; muitas vezes é preparação para um futuro melhor. Para progredir na vida é necessário progredir primeiro no espírito. É preciso se sentir merecedor das coisas boas, se sentir bem na própria pele e não ter medo da perda ou do fracasso. É preciso viver de peito aberto, aceitando o momento e tentando identificar o que você deve aprender com ele. Agora, assim como há um destino, existe o livre-arbítrio, e cada um decide se quer se superar ou se perder.
Boas energias podem ser atraídas através de atos e atitudes positivas, da oração (feita com sinceridade e emoção), do contato com a natureza (a água corrente, em especial a do mar, é ótima para dar fim à negatividade), enfim, de tudo que é expressão da alegria e do amor.

É nessa hora que dá pra ver como a existência é perfeita: você pode enganar seus semelhantes, e até por uma vida inteirinha, mas não a vida. Ela vai lhe dar exatamente de acordo com o que você é, mesmo que nem você ainda saiba que está tendo o que merece.
Quem tem juízo, aprende a observar os ventos e a ajustar as velas do seu barco, sem querer medir forças com o mar!


Legenda "Vos sois deuses". Ou seja, se Jesus conseguiu viver e morrer de braços abertos, - apesar das tentações, traições e mesmo de uma morte injusta - é facultada a Humanidade esse mesmo poder.

Buena Vista


Ontem teve show do grupo cubano Buena Vista Social Club, no TCA. Fui com as meninas. Muiiito bom, me diverti à beça!!! Eles são umas figuras!!
Música latina é o que há!...
E quase que não fui. Santa Ingrid me salvou de mais um pecado cultural. Deus lhe pague, Gri. :)

domingo, 6 de setembro de 2009

What´s the meaning of mine?

(Antes que me esculhambem, foi para rimar com "What´s the meaning of life")

Não sei o significado da minha vida, mas encontrei, por aí, um bando de significados para o meu nome. :D

JULIANA:

Do latim, significa cheia de juventude e indica uma pessoa de memória prodigiosa, muito senso de organização e um dinamismo contagiante.
Excelente amiga, dedica-se totalmente às pessoas que estima.
Uma pessoa suave, que prefere uma vida tranqüila a loucas aventuras.
Adora literatura, cinema e teatro.
No amor, entrega-se a sonhos românticos difíceis de serem concretizados.
Joga de igual para igual com qualquer pessoa. Não se sente melhor nem pior que ninguém e tem uma cabeça bastante aberta. Ficar parada? Impossível! Com uma agilidade mental e física, adora estudar, não perde uma oportunidade de viajar e tem uma paixão pela vida de dar inveja a qualquer um. Só não é legal na hora de julgar os outros ou de dizer certas "verdades" à queima-roupa, sem um pingo de diplomacia.


Hummm....

Novela Hispânica Rox!


Está para estrear na CNT "Amanhã é para sempre" ("Mañana es para siempre"). Baseada num sucesso colombiano (mais uma vez a Colômbia!) chamado "Pura Sangre", a trama foi o maior sucesso do México na temporada 2008-2009. No início do ano, até descolei, por acaso, um link para assistir as novelas da Televisa. Fiquei toda entusiasmada, entretanto o perdi. Mas eis que, meses depois, vi a chamada dessa novela na CNT. Breguíssimaaa!... Fernando Colunga, mais uma vez o protagonista (eu percebi e até minha mãe comentou que ele tá meio passadinho para posar de jovem. Mas quem somos nós para julgar a Televisa quando a Globo ainda insiste com José Mayer?!), vestido com uma calça jeans apertadérrima, ostentando um bronzeado daqueles e com a camisa aberta até o umbigo. Se desse um suspiro, ali, corria o risco do botão da calça jeans se soltar e ir parar no olho esquerdo do telespectador!
Ah, mas eu adoro essas novelas!!!
Claro, tudo tem limite. Aberrações como "Mari Mar" nem pela veia do trash dá para engolir. Esteticamente, as novelas latinas causam estranheza. A dublagem por vezes é bizarra. Mas, ainda assim, tem muita coisa assistível. Eu tenho uma vantagem enquanto telespectadora: não sou um ser audiovisual; meu barato tá na história em si.
Eu, particularmente, gosto da passionalidade hispânica. Sei lá, gosto desse exagero caliente dos hermanos, desse tipo de visceralidade que não se vê nem a pau na vida real, traduzido em olhares intensos, reações violentas, amores eternos, questões de honra, conflitos de família que atravessam gerações e desejos levados até as últimas conseqüências. No Brasil, tanto na sociedade quanto na ficção, parece que o povo não tem sangue nas veias. É uma falta de querer, de ganhar e de perder... Um tédio!
Sei que muita gente me acharia uó só por admitir ver esse tipo de programa, mas a gente tem que saber o que é e porque escolhe isso ou aquilo; sendo assim, ninguém tem nada a nos dizer. hehe...

Pois é, nos próximos meses - se não houver corte - não me liguem às 22h. Estarei vendo "Amanhã é para sempre". hehehe

sábado, 5 de setembro de 2009

Há controvérsia


Por que as cantoras de MPB - quase todas lésbicas - gostam justamente de tocar um instrumento de cabo tão grande como o violão? Há controvérsia nisso, viu!

Afinados e Desafinados

Há duas coisas que o ser humano deveria evitar ser: mental e sentimental. Um ou outro, tanto faz, nos tira pedaços essenciais da vida.
Gente mental demais passa uma desagradável sensação de aridez, e, convenhamos, deve ser muito pobre e até um tanto sem graça viver só de acordo com o que faz lógica. Não, o ser humano é muito para se contentar em ser só isso.
Ter emoções nos faz nos sentirmos vivos. O problema é que não há quem agüente viver afogado em seus próprios sentimentos o tempo todo. É exaustivo, estafante.
Ontem, olhando a novela, me peguei admirando a personagem de Deborah Bloch, Sílvia. Ela tem ritmo na vida, não desafina diante das situações; não perde o equilíbrio nunca. Quer dizer, perdeu agora na reta final, mas caso isso não acontecesse, começaria a achar que ali está outra psicopata. hehehe
O ideal seria que conseguíssemos um equilíbrio entre as duas coisas, razão e sensibilidade. Poxa, já temos lasers que garantem depilação definitiva, maquiagem definitiva, que bom seria se houvesse uma maquininha que garantisse o equilíbrio definitivo, né? Que nada!... O crescimento interior é uma das poucas coisas, nesse mundo, que não admite QI ou maracutaias; é mérito puro! Só por isso, voto pela sua permanência como é.
Mas que é difícil achar esse tal do caminho do meio, ô, como é, viu!

PS.: Eu te Amo

Realmente, eu amo isso aqui, esse blog!
Já são 409 posts, e isso em menos de 3 anos de existência. Uauuuuuuuu! rsrs

O mistério de Russel Crowe


Entre as minhas obsessões fixas, está a aparência dos ingleses. Fico maravilhada, por exemplo, em ver como os genes ingleses produziram gente bonita nas suas colônias, menos na própria Inglaterra. :(
Outro dia, estava lendo a resenha de um livro de uma francesa, cujo título é algo do tipo "O belo corpo dos homens". Digamos que se trata de uma versão mais lírica de Bruna Surfistinha (por falar nisso, já viram quem vai interpretá-la no cinema? Deborah Secco! Só podia!... Aliás, eis outra obsessão fixa minha: falar mal da Secco!hehe).
Fiquei pensando sobre as diferenças entre os corpos masculinos e femininos. O corpo masculino, para ser belo, precisa de uma atitude de seu dono. As mulheres deram sorte neste sentido. No nosso caso, "o meio é a mensagem".
Onde entra Russel Crowe nessa história? Australiano, genes ingleses, e uma aparência de gerente de banco. Seria mais um na multidão se não fosse a energia masculina que emana na tela. Mesmo malhado, convenhamos que o aussie actor é baixinho e parrudinho demais para encarnar um gladiador. Mas quem percebeu isso, pelo amor de Deus?! Saí do cinema querendo entrar na máquina do tempo e regressar a Roma.
É... O ser humano é realmente um bicho incrível!

E por falar em francesas, nossa, fico maravilhada com a capacidade desse povo de falar putaria de forma poética! Esse livro da francesa me lembrou o de outra francesa, Marguerite Duras - se não me engano -, cuja obra mais famosa é "O Amante". Adoro esse livro, em especial o final dele. Nós, brasileiros, somos grosseiros. Como dizia Nelson Rodrigues, somos o único povo que grita um segredo de uma calçada a outra. O mais perto que chegamos disso que os franceses fazem foi com a Bossa Nova. Mas não faz mal. Essa nossa falta de tato, que beira às vezes a cara-de-pau, de vez em quando até nos confere algum charme. ;)

Indigo Blue

Descobri que tenho a aura azul. Sou uma adulta indigo! Eu não sou chata, viu, minha gente? Sou especial. Vim para revolucionar a Humanidade! :P

Arrrgh!... Cara, tá um nojo essa onda de crianças indigo! Desculpa para não educar bem os filhos, isso sim!
Pena que por conta do papo furado de uma meia dúzia de vigaristas ou pirados, as questões de espiritualidade percam a credibilidade.

... Não posso mais viver sem mim!

Autoestima para todos. Esse, sim, seria um puta programa a ser implantado, nacionalmente, pelo governo federal. Mas nem todas as coisas nessa vida podem ser resolvidas com MasterCard, que dirá pelo governo. Há realmente uma dúzia delas que não têm preço. Amor-próprio está no topo dessa lista, certamente.
Fazer acontecer, tenho aprendido, não está ligado necessariamente a ter talento; é questão de ter fé em si mesmo e fé na vida.
A IstoÉ fez uma matéria sobre isso, que, acho, vale a pena conferir.

Para Reflexão

"Em redor do buraco tudo é beira!"
(Ariano Suassuna)

Eu, gente inocente, juro que não entendi.
Alosa, você me explica? kkkkkkk

Alcoolismo

A Veja fez uma reportagem, essa semana, sobre alcoolismo.
Acho que esse é um problema grave, mais até do que o consumo de drogas. A pessoa que consome droga se acaba mais rápido. O sofrimento de quem está em torno é mais intenso, porém mais curto. Quem tem um alcoólatra na família sofre todo dia, uma vida inteira. Como bem disse Manoel Carlos, via personagem, em uma de suas últimas novelas, "quem bebe não é nunca confiável".

Eu, graças a Deus, sou um fracasso neste sentido. Dois copinhos de cerveja, e já quero logo ir dormir.
Mas já paguei mico só com esses dois copinhos (antes tivesse ido dormir!). Uma vez, saí para beber com amigos da época do colégio, e na hora de ir embora, consegui a proeza de entrar no carro errado. O motorista e a namorada dele, coitados, ficaram incrédulos diante da cena. Fizeram aquela cara tipo "E eu que pensava que essas coisas só aconteciam em filme B de comédia americana". Saí do carro voando, quase no mesmo passo em que entrei nele. Minha amiga, que acompanhava a cena do lado de fora do automóvel, demorou 3 segundos para crer no ocorrido e depois caiu na gargalhada. Apesar de nos conhecermos há séculos, essa pobre alma saiu muito pouco comigo. Uma outra amiga do grupo, mais acostumada aos meus micos, fechou com frase de ouro o episódio: "Estando com Juli, tudo é possível". Há muito sei nisso. De mim, espero qualquerrrr coisa! hahahahaha... Depois dessa, nunca mais bebo! :(