Há dias não tô enxergando bem. É muito estranho não enxergar direito. Muito mesmo.
Meu "drama" é com o olho direito. O olho esquerdo é bacana comigo - prova de que a esquerda nem sempre é rebelde, do contra.
O caso é que depois que tive conjuntivite, o tal olho direito nunca mais foi o mesmo. Meninos e meninas, cuidado com essa tal de conjuntivite, viu!... Acho que perdi alguma visão nessa história, ou melhor, a nitidez da visão. Aliás, eis o porquê d´eu não querer morar de novo em Brasília nem a pau: no ano em que fiquei lá, além de ter amargado o inverno mais frio dos últimos anos, tive um ano extremamente improdutivo, enterrei minhas duas avós, fiquei dependente de remédio para o nariz e ainda me arrombei com essa conjuntivite virótica, que prejudicou minha visão direita desde então.
Aliás, meu ouvido esquerdo, segundo a otorrino, está "no limite" ("Hein?!... Vitrola!...". Lembram desse comercial da velha surda? haha). Socorro!... Ou não!... Peraí: será que isso me habilita... Deixa pra lá, nem vou continuar a frase, que com certas coisas não se brinca, sob o risco de um anjo %@## passar na hora e dizer um infeliz "Amém". Não está mais aqui quem pensou!
Enfim, espero voltar a ver a luz do dia, plenamente, em breve - isto é, se minha oftalmo largar de preciosismo e resolver "liberar o Tonho" (leia-se: minhas lentes de contato e uma receita para um óculos de grau). Ok, meu grau é inferior a 3, portanto é algo administrável, mas nem por isso deixa de me encher o saco. Desde sempre odiei ter que dar "jeitinhos" para as coisas funcionarem. Por que a gente tem que ficar gastando energia com coisas pequenas, se já temos as grandes para nos ocupar? Tenho horror a descarga que precisa mexer no pininho, de televisão que precisa levar tapa, de microondas que só liga se você programar, cancelar e programar... Eu sou extremamente classe média, o que significa uma vida de acesso a tudo - Graças a Deus! -, mas com uma série de condicionais no meio. Então minha revolta é que o meu próprio corpo me condena a tratá-lo como mais um dos objetos nos quais tenho que dar um jeitinho para funcionar. Ahhhh, quem merece isso??!! "Eu não matei Joana D´Arc!..."
Já pensei em fazer a tal cirurgia de correção da visão. Mas o caso é que eu tenho uma amiga que é muito espírito de porco, a quem infelizmente dou muito ouvido, que me disse que não é porque a chance de dar errado é irrisória que ela não existe (e citou o caso de um amigo dela, que usou Roacutan e entrou pras estatísticas de fracasso ínfimas do remédio - 2%). Amarelei.
Enquanto não deixo o estado "amarelo manga" e tomo coragem pra cirurgia, vou amargando horas de espera no consultório da oftalmo (que é ótima, mas conveeeeersa com os pacientes que é um negócio sério!), gastos com lentes, cegueiras eventuais e etc, etc... Quem sabe, um dia não escrevo um ensaio sobre?
Juliana "Saramago" ou "Miss Magoo" - como queiram! hehehe
Meu "drama" é com o olho direito. O olho esquerdo é bacana comigo - prova de que a esquerda nem sempre é rebelde, do contra.
O caso é que depois que tive conjuntivite, o tal olho direito nunca mais foi o mesmo. Meninos e meninas, cuidado com essa tal de conjuntivite, viu!... Acho que perdi alguma visão nessa história, ou melhor, a nitidez da visão. Aliás, eis o porquê d´eu não querer morar de novo em Brasília nem a pau: no ano em que fiquei lá, além de ter amargado o inverno mais frio dos últimos anos, tive um ano extremamente improdutivo, enterrei minhas duas avós, fiquei dependente de remédio para o nariz e ainda me arrombei com essa conjuntivite virótica, que prejudicou minha visão direita desde então.
Aliás, meu ouvido esquerdo, segundo a otorrino, está "no limite" ("Hein?!... Vitrola!...". Lembram desse comercial da velha surda? haha). Socorro!... Ou não!... Peraí: será que isso me habilita... Deixa pra lá, nem vou continuar a frase, que com certas coisas não se brinca, sob o risco de um anjo %@## passar na hora e dizer um infeliz "Amém". Não está mais aqui quem pensou!
Enfim, espero voltar a ver a luz do dia, plenamente, em breve - isto é, se minha oftalmo largar de preciosismo e resolver "liberar o Tonho" (leia-se: minhas lentes de contato e uma receita para um óculos de grau). Ok, meu grau é inferior a 3, portanto é algo administrável, mas nem por isso deixa de me encher o saco. Desde sempre odiei ter que dar "jeitinhos" para as coisas funcionarem. Por que a gente tem que ficar gastando energia com coisas pequenas, se já temos as grandes para nos ocupar? Tenho horror a descarga que precisa mexer no pininho, de televisão que precisa levar tapa, de microondas que só liga se você programar, cancelar e programar... Eu sou extremamente classe média, o que significa uma vida de acesso a tudo - Graças a Deus! -, mas com uma série de condicionais no meio. Então minha revolta é que o meu próprio corpo me condena a tratá-lo como mais um dos objetos nos quais tenho que dar um jeitinho para funcionar. Ahhhh, quem merece isso??!! "Eu não matei Joana D´Arc!..."
Já pensei em fazer a tal cirurgia de correção da visão. Mas o caso é que eu tenho uma amiga que é muito espírito de porco, a quem infelizmente dou muito ouvido, que me disse que não é porque a chance de dar errado é irrisória que ela não existe (e citou o caso de um amigo dela, que usou Roacutan e entrou pras estatísticas de fracasso ínfimas do remédio - 2%). Amarelei.
Enquanto não deixo o estado "amarelo manga" e tomo coragem pra cirurgia, vou amargando horas de espera no consultório da oftalmo (que é ótima, mas conveeeeersa com os pacientes que é um negócio sério!), gastos com lentes, cegueiras eventuais e etc, etc... Quem sabe, um dia não escrevo um ensaio sobre?
Juliana "Saramago" ou "Miss Magoo" - como queiram! hehehe
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