
É por isso que eu amo essa menina: quer maior fidelidade ao Macaco que isso? Nem eu fui tão fiel assim. hahaha... LINDONA!!!
[e ela também tinha que ter, claro!, nome de imperador! "Ave Adriana!":D]
Textos semi-verídicos sobre temas quase desinteressantes [e raramente revisados - sorry!].
"Uma mulher só precisa de quatro animais na vida: uma raposa no armário, um tigre na cama, um Jaguar na garagem e um burro para pagar tudo isso."
"Ama o teu proximo - e se ele for alto, moreno e bonitão será muito mais fácil."
"Eu mesma escrevi a história. É sobre uma menina que perdeu a reputação e jamais sentiu falta dela."
"O que conta não são os homens em minha vida, mas a vida em meus homens."
"Claro que meu amante pode confiar em mim. Eu disse a ele que centenas já confiaram."
"O casamento é uma grande instituição, mas eu não estou preparada para as instituições."
"Quando sou boa, sou muito boa, mas quando sou má, sou melhor ainda."
"Entre dois males, escolho sempre aquele que nunca experimentei."
"Quando as mulheres erram, os homens vão atrás."
“Nunca amei ninguém do jeito que amo a mim mesma.”
"Mulher é como um chá: nunca se sabe o quão forte ela é até colocá-la na água quente."
"Sua mãe devia tê-lo jogado fora e ficado com a cegonha."
"Os homens não conseguem olhar para um par de seios e, ao mesmo tempo, pensar."
Então a raposa apareceu. "Bom dia", disse a raposa. "Bom dia", o Pequeno Príncipe respondeu educadamente. "Quem é você? Você é tão bonita de se olhar." "Eu sou uma raposa", disse a raposa. "Venha brincar comigo", propôs o Pequeno Príncipe. "Eu estou tão triste". "Eu não posso brincar com você", a raposa disse. "Eu não estou cativada". "O que significada isso – cativar?" "É uma coisa que as pessoas freqüentemente negligenciam", disse a raposa. "Significa estabelecer laços". "Sim", disse a raposa. "Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas sem você me cativar então nós não precisaremos um do outro". A raposa olhou fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse: "Por favor cativa-me." "O que eu devo fazer para cativar você?" perguntou o Pequeno Príncipe. Você deve ser muito paciente". disse a raposa. "Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um pouco mais perto de mim todo dia." Então o Pequeno Príncipe cativou a raposa e depois chegou a hora da partida dele – "Oh!" disse a raposa. "Eu vou chorar". "A culpa é sua", disse o Pequeno Príncipe, "mas você mesma quis que eu a cativasse". "Adeus", disse o Pequeno Príncipe. "Adeus", disse a raposa. "E agora eu vou contar a você um segredo: nós só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa".
Só espero que o novo presidente dos EUA não faça nada decepcionante, a exemplo do que Lula fez em 2005. Mas se ele pisar na bola e conseguir ser charmoso como Bill, talvez ainda continue achando que é o cara, apesar disso [nada se compara ao cínico imbecil do Lula! O "caríssimo" presidente, no episódio do Mensalão, ficou visivelmente desconcertado, mas não como quem foi desapontado e sim como quem foi pego no flagra. Nem mentir sabe!...].

Já que você falou como marcou sua passagem em Cuba, agora quase nove anos depois de sua passagem pela Bahia, para as gravações de “Abril Despedaçado”, o que te vem à memória quando falamos disso?
Cara, passei quatro meses direto aí na Bahia, sem sair daí para nenhum outro lugar. Fiquei em um lugar chamado Ibotirama. Foi uma imersão muito grande, então aquele lugar ainda existe, mora dentro de mim. Tive uma experiência fantástica, nadei muito no Rio Francisco. Foi muito interessante. As pessoas que eu conheci desse lugar eram pessoas conectadas com a natureza. Lembro de ter aprendido muita coisa boa. Todos lá, nem digo só da produção do filme, nos ajudaram a fazer o filme.
(Rodrigo Santoro, em entrevista ao jornal A Tarde, de 24/04/2009)

Post dedicado à Ingrid, à Luize e à Julia."Quem é ateu
E viu milagres como eu
Sabe que os Deuses sem Deus
Não cessam de brotar, nem cansam de esperar"
[Milagres do Povo - Caetano Veloso]*
"Para quem acredita, nenhuma palavra é necessária; para quem não acredita, nenhuma palavra é possível".
[Dom Inácio de Loyola]
"Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre."
[Einstein]
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Motivo Para 58% das pessoas entrevistadas, a fofoca funciona como fator de integração e aceitação no grupo |
Fofocar é um dos traços mais intrínsecos da personalidade humana. Maldoso ou engraçado, não há quem nunca levou adiante um disse-que-disse. E as mulheres sempre ganharam a fama de mexeriqueiras. Mas um levantamento da empresa mundial de pesquisas OnePoll, realizado com cinco mil pessoas, mostrou que os homens gastam mais tempo cuidando da vida alheia: 76 minutos por dia. Entre os assuntos masculinos preferidos estão histórias sobre amigos bêbados, colegas da época de escola e a garota sexy do trabalho. As mulheres perdem 52 minutos diários para comentar sobre outras mulheres, se queixar de sexo e apontar quem está acima do peso. Para eles, não há melhor lugar para fofocar do que o escritório. E 33% ficam felizes com isso. Nem o sexo, para 31% dos homens, é tão importante quanto a fofoca. Enquanto isso, elas elegem o lar como local perfeito para destilar um veneno e, em 50% dos casos, debater detalhes da vida íntima.
Para 58% dos entrevistados, a fofoca funciona como fator de integração e aceitação no grupo. Essa característica de promover a integração é real, diz a psicóloga Catarina Tanaka, professora da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, que defendeu a tese de doutorado A Psicologia Social da Fofoca, na PUC de São Paulo. "É um fenômeno que une em torno de um assunto em comum", diz ela. "Também é percebida como uma atividade relaxante, quando feita em tom de brincadeira." Catarina afirma que há mais fofoca durante crises econômicas. Surgem os comentários sobre o que pode acontecer na empresa e, ao mesmo tempo, os funcionários buscam uma válvula de escape para as tensões. Falar do outro é uma saída e talvez por isso os homens estejam futricando além da conta. "Quanto às mulheres, com até triplas jornadas de trabalho, sobrou menos tempo", diz a professora.
Aos que se animaram em contar a última, um aviso: a fofoca pode ter um lado destrutivo e arruinar reputações. "Historicamente, a inveja é a principal motivação do boato. Há pessoas que não se conformam que o outro seja feliz", diz o ator Cacau Hygino, autor do livro Fofoca - essa simpática palavra e suas consequências imprevisíveis, lançado em novembro. Para Hygino, a fofoca acaba virando contra o fofoqueiro: "As pessoas observam que aquele indivíduo só sabe falar mal dos demais. Acabam duvidando do que ele diz e se afastam." Dentro dos limites e com leveza, porém, ela diverte
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"Creio que, das cartas que tenho recebido, a de Jandira é uma das mais interessantes. Ela explica, às primeiras palavras, a natureza do seu drama: 'Brigo muito com Adalberto. E só acho, verdadeiramente, graça nele na sua ausência.' Aparentemente, o caso de Jandira é extraordinário. Uma mulher que prefere o bem-amado longe! E, no entanto, este é um caso bastante comum. Nós sabemos que todos os homens amam, inclusive os esquimáus. Dentro dessa quantidade tremenda – quantos homens cultos, inteligentes, interessantes? Uma minoria irrisória. O que existe, multiplicado por não sei quanto, é o namorado ou noivo ou esposo desinteressante. Chegamos, então, a um ponto crucial: que deve fazer a mulher de um cidadão nessas condições? Não nos cabe nem mesmo o direito de desejar que o chamado homem desinteressante desapareça. Porque assistiríamos a um espetáculo tenebroso: o súbito despovoamento do mundo."
Trecho de "Não Se Pode Amar e Ser Feliz ao Mesmo Tempo"




Após ver várias fotos horrendas de minha pessoa pelos Orkuts da vida [e de outras pessoas nada fotogênicas, em outros Orkuts], tive o insight divino de lançar aqui no blog a minha versão da campanha da fraternidade 2009. Amigos, almas fraternas, me batam, me xinguem, me joguem na parede e até me chamem de lagartixa, mas pelo amor de J.C. não botem foto ruim minha na internet. Na moral, na moral, no more fotos depreciativas, ok? Vamos exercitar o amor ao próximo, hã?... Tenham misericórdia com os irmãos menos afortunados diante do espelho e/ou câmera, que sempre perdem o timing na hora de olhar o passarinho! [porque de comentários maledicentes a gente pode até escapar pela esquerda, mas contra fatos fotográficos, não há argumentos!!!]
Após meses desconectada, voltei a dar uma olhada na programação do Futura aos domingos. Fui dar uma espiada na série "Nota 10", apresentada por duas vezes pela nossa amiga Elen Vila Nova. Sabia que veria a nova temporada, já sem Elenildes Maria e com um novo apresentador. Fiquei chiando, do outro lado da tv, antes de iniciar o programa: "Poxa, deveriam ter convidado Elen novamente! Por que trocar de apresentador?! Blábláblá". Desculpe, amiga, mas mudei de idéia assim que vi o novo rosto da série. Eles têm é olho clínico! Uma ótima substituição! Parabéns à produção! Que carisma o deste menino! Quanta competência! rsrs... Alexandre Piccini, eis o nome do hombre. Ele é uma graça, tem cara de filhote de pastor alemão! Nem parece que vai fazer 35 anos [sim, já levantei a ficha do cidadão no Google. Temos muito a ver. Impressionante! Veja só: ele é Piccini e eu sou de Peixes - peixe de piccina, que tal? hehe]. A série está numa temporada muito interessante, com ótimo conteúdo. Por isso, não me liguem mais por volta das 13h, aos domingos, ok? hehehe

