Tá na Netflix um documentário sobre essa banda pop coreana. Sei zero sobre o k-pop, apesar de adorar música pop. Sei lá, é meio racista, mas eu acho o povo asiático meio estranho.
O doc mostra meninas simples que encaram o trabalho na banda como mais um trabalho. Não sei se é realidade ou roteiro, mas as meninas me impressionaram pela falta de crise existencial e espírito de grupo.
Se por um lado é difícil gostar delas individualmente porque todas elas parecem a mesma pessoa só que com cabelos de cores diferentes e há uma falta de charme nesse processo industrial coreano de fabricação de estrelas pops, por outro, é bom ver gente madura, que sabe ser feliz com as suas escolhas, que prefere trabalhar em grupo que ficar na nóia de quem brilha mais que quem.
Um amigo meu falou pra mim que há uns casos de depressão e até suicídio no k-pop. Repito, não conheço esse universo, mas eu fiquei com a impressão de que nós, ocidentais, somos individualistas demais, autocentrados demais e isso, como passa do ponto, nos adoece.
Corta pra epidemia de coronavirus. Enquanto o ocidente tá em desespero porque não consegue colocar uma máscara e praticar o distanciamento, no oriente está tudo sob controle na medida do possivel.
É, acho que temos algo mais a aprender com eles além de yoga e meditação.

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