É racismo, é feminismo, é um monte de coisa da qual não se falava há dez anos, mas agora temos que dominar para não sermos execrados pelas militâncias. Eu entendo a importância delas existirem e sei - ou melhor, espero - que faz parte desse primeiro momento esse radicalismo, mas isso serve para quê mesmo, no final das contas? Menos ao objetivo inicial de estabelecer consciências e mais para a catarse das nossas frustrações e raivas.
Eu fico acompanhando as opiniões para complementar o que eu já sei. Mas às vezes fico frustrada porque falamos muito, mas ainda vejo poucas mudanças. Acho que somos melhores para reclamar que para repensar.
E, cá entre nós, tá tudo muito chato, né não?
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