Os tempos estão difíceis, de um jeito que eu não consigo mais cavar paciência para lidar com isso.
Cara, eu entrei o ano tão bem, disposta a não me aborrecer como em 2013. Na verdade, eu não estou tensa como no ano passado, mas eu estou frustrada de ver que certas coisas não têm volta, já era mesmo. It´s over e eu não tenho plano B. Como faz, produção?
A coisa ficou tão baixaria que, ano passado, o Além me chamou de modo bem estranho. Um dia Fabiana, uma pessoa séria, colega querida do trabalho, me chama, toda cheia de dedos, para me perguntar se eu tenho preconceito com tarô. Enfim, o rodeio foi para me dizer que havia sonhado comigo e que alguém me mandava ir na taróloga. Fui, o primeiro aviso foi esse: "Pare com essa ansiedade, que você vai acabar ficando doente".
Semana passada, estresse total, e de novo o recado: "Let it be".
Mas como assim, gente? Vou viver a base de maracujina? Aprender a ficar na minha é a meta do período.
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