sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pêsames


Morreu Michael Jackson. Fiquei sabendo da notícia ontem à noite, pela minha mãe, e mal acreditei. Vou dizer algo que vai soar insensível, mas é o que penso: melhor ter morrido logo do que passar a vida nesse vexame sem fim. Eu mesma tinha vontade de matá-lo quando lembrava do que ele já fez pelo pop e o que se tornou nos últimos anos. Fazia mal à alma vê-lo sendo corroído pelos vermes da loucura em vida. Michael não merecia esse fim...
"Thriller" é o primeiro videoclipe do qual me recordo. Eu era praticamente um bebê na época, mas me lembro da primeira exibição dele no Brasil, em 1983, após as zebrinhas do futebol, no "Fantástico". Acho que fiquei impressionada por ser um clip de terror. Frouxa do jeito que eu sou, não é de se admirar que o vídeo tenha me marcado. hehehe
A passagem de Michael pelo Brasil em 1993 também foi ponto alto para mim. Nossa, como queria ter estado lá!... Eu tinha uma amiga fanática por ele e que me fez escutar "Dangerous" de trás pra frente, de frente para trás, de banda, etc. Mas eu não fiquei tão assim de fora, não! Dei meu jeito: acompanhei as transmissões ao vivo de Michael (e depois de Madonna) via Transamérica FM, com o radinho grudado ao ouvido!hehehe
Que pena. Outro igual não há de ter... Que descanse em paz!


E quase que fui fazer companhia ao astro pop americano, ontem. Mal recebi a notícia de MJ, Cláudio me veio com a bomba: a Secretaria vai mandar de novo Alosa para o exterior. E dessa vez, blame Canada!
Sabe que nem me abalo mais!? Minha alma já está calejada.
Só digo uma coisa: se o Mundo Afro fizer a cobertura, vou baixar o espírito de Iansã com dona Cleidiana Ramos. Alô, alô, Cleidiana! Olha lá! Eu tô te vendo, viu?
Em tempo: Alosa andou dizendo por aí que, por afrocamaradagem, vai assumir a turnê de Michael na Europa. Léo Kret, sister de Pernambués, prometeu fazer a coreografia.


Farah Fawcett também morreu. Se Michael fosse jogador de futebol, não teria estranhado a companhia da loira (ok, piadinha cretina)... Morreu jovem. E de câncer. Eita doença que maltrata! Mas o que mais importa é ter vivido uma boa vida, e acho que isso ela teve.

2 comentários:

  1. Anônimo4:53 PM

    Juliana: desculpe..mas não consegui resistir..além disso falei sobre a passagem de Alosa no Canadá antes de ver seu blog..Cleidiana.

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  2. Why, Cleidiana, why?
    Não apoie Alosa, não, mulher! Desse jeito, um dia - eu prevejo! - ainda vou lhe dizer algo que no fundo vai doer mais em mim do que em você:
    - Negona, você ajudou, agora segure o SEU pepino!
    Mas eu te compreendo. Vi o sorriso de Alosa, de orelha a orelha, curtindo mister Wonder "di grátis" no parque. Não consegui me conter e disse a mim mesma: "Isn´t he lovely?"

    ps.: Essa sua cobertura da viagem de Alosa anda muito chapa branca, viu? Você esqueceu de comentar o inglês de índio de faroeste B americano do nosso amigo. "Xerek" foi fooodaaaa!

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