Está interessante esta história do Tarso (Bruno Gagliasso) em Caminho das Índias.
As pessoas estão criticando a atitude da mãe do rapaz, Melissa (Christiane Torloni), por ela ser fútil, mas isso é apenas um detalhe. Muitos pais - até médicos, psicólogos, aposto! - fariam o mesmo e negariam a gravidade do problema. Já vi isso acontecer. A questão é que o povo é muito bom para exigir atitudes enérgicas e realistas quando se trata do filho de outro, mas quando é o seu, humm!, tentam tapar o sol com a peneira.
Fiquei um pouco desconcertada com a atuação do Bruno Gagliasso. Dá para perceber que o cara está no máximo do seu pontencial, e apesar de não entender bulhufas de atuação, creio que ele está tecnicamente bem. Mas não convence. Tenho com ele a mesma frustração que tenho com Débora Secco. São atores competentes, mas falta algo. Não convencem!... Apesar de gostarem da profissão e se empenharem muito, Secco e Gagliasso são limitados, tadinhos...
Outro que é limitado é o Wagner Moura, porém num nível bem diferente. Comparo-o com José Wilker: é aquele ator que tem uma presença e tanto, mas que só sabe interpretar todo e qualquer personagem de um mesmo jeito. É o oposto de, por exemplo, um Toni Ramos, que sempre está diferente mesmo quando o papel não é lá muito criativo. Você consegue ver semelhança entre Opash, Boanerges e Téo? (Moooooooooooonstrooooo!... Perfeeeeeeeeeeitooo!... Amo!!!)
Lima Duarte também era assim, como Wilker, mas depois de Da Cor do Pecado parece que acordou pra vida. Lima está muito bem na novela das oito! Comentário fútil: adooooro a cor da pele dele! Que tom bonito, né?
As pessoas estão criticando a atitude da mãe do rapaz, Melissa (Christiane Torloni), por ela ser fútil, mas isso é apenas um detalhe. Muitos pais - até médicos, psicólogos, aposto! - fariam o mesmo e negariam a gravidade do problema. Já vi isso acontecer. A questão é que o povo é muito bom para exigir atitudes enérgicas e realistas quando se trata do filho de outro, mas quando é o seu, humm!, tentam tapar o sol com a peneira.
Fiquei um pouco desconcertada com a atuação do Bruno Gagliasso. Dá para perceber que o cara está no máximo do seu pontencial, e apesar de não entender bulhufas de atuação, creio que ele está tecnicamente bem. Mas não convence. Tenho com ele a mesma frustração que tenho com Débora Secco. São atores competentes, mas falta algo. Não convencem!... Apesar de gostarem da profissão e se empenharem muito, Secco e Gagliasso são limitados, tadinhos...
Outro que é limitado é o Wagner Moura, porém num nível bem diferente. Comparo-o com José Wilker: é aquele ator que tem uma presença e tanto, mas que só sabe interpretar todo e qualquer personagem de um mesmo jeito. É o oposto de, por exemplo, um Toni Ramos, que sempre está diferente mesmo quando o papel não é lá muito criativo. Você consegue ver semelhança entre Opash, Boanerges e Téo? (Moooooooooooonstrooooo!... Perfeeeeeeeeeeitooo!... Amo!!!)
Lima Duarte também era assim, como Wilker, mas depois de Da Cor do Pecado parece que acordou pra vida. Lima está muito bem na novela das oito! Comentário fútil: adooooro a cor da pele dele! Que tom bonito, né?
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