

Se alguém tinha dúvidas de que o dinheiro traz felicidade, mire-se no exemplo desta mulher de A TARDE! A de cima, que a de baixo é da era pré-prosperidade (humm, esse verde da roupa é bem sugestivo, não? vou incorporá-lo na minha mandinga de fim de ano).
Não dá pra visualizar bem? Sorry, é que a felicidade alheia dói, e como este é um blog que preza pelos sentimentos humanos, até os mais mesquinhos, ampliamos o registro da fase "barril".
Naquela época, companheira comia a gororoba do 3.0, esperava o Cabula VI na Estação da Lapa, não tinha máquina digital e nem porta-caneta na mesa. Era mais uma operária padrão do Brasil, só não usava macacão azul ("bad, bad life, no presidence for you").
É só você querer êêê - Mas eis que de repente, não mais que de repente, tudo mudou na vida da camarada, e sem nenhum artifício Tabajara nem "talentos" à mostra ("rátátá..."), tudo na mais perfeita legalidade e mérito: ela entrou pro A Tarde, agüentou firme meia dúzia de malucos fixos, assinou carteira, comprou automóvel zero km e virou repórter de Política.
Eu posso dizer com orgulho: esse blog foi o primeiro a apontar a virada da companheira, com o tal almoço de dois dígitos, e eu fui a primeira a dizer que ela passaria no teste de A Tarde. Lembro como se fosse ontem: estávamos as duas no ônibus e eu lhe garanti: "Companheira, eu estou sentindo a vibração a favor e quando é assim, é batata!" (Ingrid sabe muito bem disso, pois já levei muita questão de concurso na base do "terceiro olho", só não tem funcionado muito bem com os números da loteria, mas é uma questão de ajuste).
Falando no assunto, recebi uma mensagem de Pereira no Orkut. Apesar da seca em Brasília (e da derrota do Vitória no último final de semana - o espantalho dormiu no ponto e eu estava sentindo a vibração de que isso ia ocorrer), ele era só alegria. Justificou a boa adaptação a Brasília com as experiências prévias em Itabuna e São Paulo.
Mas a gente sabe a resposta verdadeira a essa inusitada felicidade no Planalto Central: ela vem do contra-cheque Falamansa ("hahaha, mas eu tô rindo à toa"). Brasília é que nem jogador de futebol: tem que ter espírito de piriguete pra encarar e precisa rolar muita grana no meio pra poder durar - a mentira só confirmou a adequação do nosso futuro diplomata ao ambiente palaciano! Bravo, Pê! By the way, Ronaldo, o "felômeno", continua na capital? Freud explica: menino que cresce no interior, cresce com o recalque de nunca ter achado o seu fim de mundo no mapa, na aula de geografia. Óóó!... Sorry, periferia, mas nem todo mundo nasce numa cidade tão destacada que foi até resposta do quiz de "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado".
Falando no assunto, recebi uma mensagem de Pereira no Orkut. Apesar da seca em Brasília (e da derrota do Vitória no último final de semana - o espantalho dormiu no ponto e eu estava sentindo a vibração de que isso ia ocorrer), ele era só alegria. Justificou a boa adaptação a Brasília com as experiências prévias em Itabuna e São Paulo.
Mas a gente sabe a resposta verdadeira a essa inusitada felicidade no Planalto Central: ela vem do contra-cheque Falamansa ("hahaha, mas eu tô rindo à toa"). Brasília é que nem jogador de futebol: tem que ter espírito de piriguete pra encarar e precisa rolar muita grana no meio pra poder durar - a mentira só confirmou a adequação do nosso futuro diplomata ao ambiente palaciano! Bravo, Pê! By the way, Ronaldo, o "felômeno", continua na capital? Freud explica: menino que cresce no interior, cresce com o recalque de nunca ter achado o seu fim de mundo no mapa, na aula de geografia. Óóó!... Sorry, periferia, mas nem todo mundo nasce numa cidade tão destacada que foi até resposta do quiz de "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado".
Mas voltando ao assunto, como dizia o meu mestre, Nelson Rodrigues, "O dinheiro compra tudo, até amor verdadeiro". E eu cumpro a minha missão cármica de completar as frases de Nelsão: "... e é o ponto de interseção dos sorrisos da esquerda e da direita na política". Crianças, vale a pena escovar bem os dentes, o click da vitória pode ser seu!... PS: Alosa nunca foi ao dentista. Será sinal de predestinação?! Aliás, a fraude faz jus ao apelido: é o único que causa inveja nos colegas sem ter arredado o pé de Salvador! Ingrid é que é a santa e é Alosa quem recebe as bençãos?! CPI no céu, urgente!
Alosa, vou interromper a "greve" pra te perguntar: cadê aquela bicha maravilhosa que fazia curso com a gente no XVIII? Tô pensando nele há um tempão.
Aliás, o senhor vem atrapalhando diretamente e indiretamente o meu sono há semanas: primeiro me conta que uma conhecida largou o emprego (e eu fiquei 3 noites sem dormir: a primeira imaginando uma bolsa na Europa, a segunda imaginando um emprego no eixo Rio-São Paulo e a terceira pensando que talvez tivesse conquistado um salário fenomenal. isso não se faz! da próxima vez que for falar do sucesso de um conhecido, favor não deixar espaço para conjecturas - e crises de insônia); depois não adivinha que eu quero notícias da biba e me deixa no vácuo.
Alosa, desculpe aí, mas eu tenho que ser sincera: não se engane que você tem alma de capataz, meu amigo! Eu vou ser sua personal Castro Alves, e quando você estiver saindo do trabalho, vou gritar pra todo mundo ouvir:
"Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço, Albatroz!
Albatroz! dá-me estas asas"
Droga! Nem assim eu consigo prejudicar Alosa! Ele pode alegar que eu vim do teatro...
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço, Albatroz!
Albatroz! dá-me estas asas"
Droga! Nem assim eu consigo prejudicar Alosa! Ele pode alegar que eu vim do teatro...
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