Textos semi-verídicos sobre temas quase desinteressantes [e raramente revisados - sorry!].
quarta-feira, 22 de abril de 2020
TTS
Faz dois meses que comecei uma formação em psicoterapia. Há muito tempo tinha vontade de experimentar esse caminho - desde a Facom -, e já que estou mesmo no limite com o jornalismo, resolvi me jogar. Fiz meu cálculo e decidi que, mesmo na pior das hipóteses, vou me melhorar.
Ainda estou no início da experiência, mas tive alguns aprendizados interessantes até agora.
O primeiro módulo foi uma grande introdução, em que se explicou o conceito de transpessoalidade. Foi interessante ter conhecimento de que as influências podem vir de várias zonas da vida da gente, inclusive dos antepassados. Também gostei muito de uma frase, que tô levando para a vida: a gente só reconhece o que conhece.
Tem gente que é ruim mesmo, mas a grande maioria não consegue compreender porque não conhece, então não vai conseguir reconhecer. Como um amigo meu, super bom coração, que foi distribuir uns pães comigo e se chocou com a violência das pessoas pra ter pão. Ele não reconhece o que é ter fome e viver na rua. Veja, pra pessoa crescer o olho por um pão, é porque a vida é pra lá de desgraçada. Isso serve pra outras coisas como racismo, diferença de gênero.
No segundo módulo, de PNL, foi interessante para aprender como acessar experiências não assimiladas e ressignificá-las. Também gostei da parte de linguagem corporal. Algumas coisas vou observar na vida, hehe.
O último módulo, agora, foi de iridologia. Nosso olho entrega a nossa vida. Impressionante.
Mas uma segunda ideia que eu aprendi lá e achei genial (e é muito simples) é: toda situação que te emociona revela uma ferida da criança interior. Só curando ela primeiro para o adulto poder assumir as rédeas da situação. Fez sentido. Isso explica tanta gente em relacionamento abusivo. O adulto não reage porque é a criança que está se relacionando.
Olha, ser humano é babado.
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