Essa semana um colega me enviou um TEDx muito bom sobre profissão, o tipo de material que eu queria ter tido acesso aos 20 anos e teria me ajudado um montão. É o seguinte: uma mulher, ex-produtora de Marta Stewart, um dia perde o emprego e a partir daí ela reanalisa essa questão de carreira, de seguir a sua paixão. Ela sugere que em vez de procurar uma paixão, que se procure por algo que faça sentido, que a pessoa ache importante fazer.
Ela pontua umas coisas interessantes sobre essa frase que se tornou um mantra:
1) Paixões mudam ao longo da vida;
2) Você descobre coisas interessantes sobre você quando está fazendo outras coisas, você descobre habilidades e interesses que não imaginava;
3) A vida acontece enquanto você está fazendo; não é algo que você constrói e depois vive;
4) Paixões implicam em grande tempo de espera e até por isso esse lema é elitista.
Fora que, assim como as paixões amorosas, haverá quem vai passar pela vida sem tê-las. E tudo bem. Mas a cultura fala "Faça o que você ama e nunca mais vai ter que trabalhar". Por favor, se ligue: fazer o que você ama é às vezes a deixa nociva para se preocupar em dobro e se anular como indivíduo. Conheço gente assim.

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