sábado, 7 de março de 2015

Nada é por acaso

Parece título de livro de Zíbia Gasparetto, mas garanto que não é o caso, embora esse post seja sobre a mediunidade, em uma das suas roupagens mais populares: a inspiração.
Contam por aí que um crítico de cinema escreveu que a cidade espiritual mostrada no filme "Nosso Lar" tinha sido inspirada em Brasília. Seu diretor, Walter Assis, retrucou questionando se não era o contrário.
Eu bem sei o que ele quer dizer. Quero dizer, saber, saber, de modo demonstrativo, com provas e testemunhas, não sei. Mas sinto. 
Eu não acredito em invenção, ficção. É tudo realidade, que já passou ou está por vir.
Por esse motivo me sinto desconfortável com histórias de ficção científica e morro de medo filmes de terror. Tudo aquilo existe. O mal existe e a ficção certamente está antecipando o nosso futuro. Inconscientemente sabemos disso e por isso nos interessamos por esse tipo de história. É um modo de já nos prepararmos para o que está por vi.
Tive bem esse insight quando as torres gêmeas caíram em Nova York. Eu passei meia hora sem acreditar no noticiário, achando que estava vendo um filme de Hollywood. Mas os filmes de Hollywood é que estavam vendo o futuro de Nova York, hoje eu penso. 
Desconfio mesmo que o reino de Atlântida não é lenda. E acho que ET um dia ainda vai sair de bicicleta por aí.
Quem viver, verá!

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