Fazendo minha pesquisa genealógica, que há muito não avança pra lugar algum, aprendi coisas interessantes sobre a história das minhas famílias, sobre até a história do Brasil. Uma das coisas que mais me emocionou, de verdade, foi descobrir as mulheres da minha família materna. Os sobrenomes "Rosa", "De Jesus", "Cortes" que eu nem sabia que me pertenciam. Por uma questão de tradição, no meu ramo materno, os homens passavam seus sobrenomes pros filhos, sem incluir os das esposas. Somos Lopes de Menezes (em certa época, "de Meneses") há algumas gerações. Minha mãe que cortou isso radicalmente e além de não ter aderido ao Lopes de Menezes, ainda cortou o último sobrenome. Somos os únicos a usar Lopes na família de lá. Aliás, abrindo parênteses aqui, que bagunça o meu lado paterno, um contraste absoluto com o materno: ninguém passou essa zorra de sobrenome corretamente. Todos os meus primos por parte de pai são Oliveira, uma só ficou com o Turíbio (que no original era "Toribio"), novamente só a gente usa Brito, mas o nosso sobrenome correto seria Aguiar, que vem lá do patriarca, José Turíbio de Aguiar.
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