segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

I have nothing

Semana passada eu vi o segundo documentário da Netflix sobre Whitney Houston (gostei mais de Can I be me?). Tive uma epifania: gente quebrada atrai gente problemática. No fundo, não é culpa de ninguém. Tragédias da vida real...
Sempre tive ódio de Bob Brown, marido de Whitney. Sempre atribuí a ele o afundamento de Whitney nas drogas. Acontece tanto, diria até que é um clássico. Homem se destrói por causa de amizades erradas; mulher, por causa do homem errado. Ou seja, certas masculinidades não fazem bem nem aos próprios homens.
Nunca entendi como alguém tão bonita, como uma voz tão inigualável podia ser tão autodestrutiva. Mas quando você vai pra infância de WH, tá tudo ali, toda a explicação. Ok, eu conheço gente que passou o diabo e conseguiu seguir o baile, mas, no geral, quando a pessoa já se quebra na infância, é difícil superar. Parece até uma maldição.
Não foi culpa de Bob Brown. Whitney não tinha condições de arranjar alguém muito melhor que ele. Só se fosse alguém com um amor muito grande e abnegado, daqueles de novela... Que pena!...

Nenhum comentário:

Postar um comentário