Uma das melhores páginas da internet trazendo frequentemente lições de vida, alguns verdadeiros tapas na cara. Amei o que disse essa mulher e sou fã desse tipo de gente lúcida e generosa.
Basicamente, rolou o seguinte: na mensagem de baixo, um homem conta que veio de um lar sem afeto, sem contato e que, aos 12 anos, encontrou isso em um homem mais velho, que não lhe ofereceu nada, não lhe perguntava nada, nem sequer lhe ofereceu uma experiência boa ou ruim, apenas algo que ele, naquela época, precisava emergencialmente, que era alguma conexão (neste caso, física). Choveram comentários críticos, politicamente corretos, alguns lamentando por ele, tratando-o como um pobre coitado. Daí entrou Ana, dona da porra toda (na mensagem de cima), dando um vrá nas certezas sobre a vida dessa galera burguesa, que provavelmente nunca passou por um grande aperto na vida e fala com pretensão sobre aquilo que não conhece. Ana lembrou que cada um faz o melhor que pode com a própria vida e que não há um modelo de vida a ser seguido por todos; alguns podem fazer o melhor que conseguem em circunstâncias que, para outros, seriam inaceitáveis, e está tudo certo. Mais do que pena, que é desnecessária, ajudaria ter respeito pela jornada do próximo. Pschiiiii!... 👊💓


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