Vou pegar a gíria gay para falar de algo que percebo que acontece muito: o silenciamento dos sentimentos. Agora mesmo elogiam um colega por emitir um comunicado sobre a demissão tosca dele sem falar mal do empregador. Mas e se ele quisesse fazer isso? E daí? É o sentimento dele, a história dele, ora. Mas nunca permitem a gente falar sobre nada. Somos obrigados a nos tratar como produtos, não como gente, como experiências.
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