... gentileza gera gentileza.
Como disse uma vez Thiana Biondo, sinto que as pessoas esperam muito de mim.
Só pode. Ou quem sabe, me acham menor a ponto de ter que aturar tudo com um sorriso no rosto (a vontade é mostrar o dedo do meio, isso sim).
Vivem me mandando perdoar Fulano, compreender Ciclana, como se eu não fosse humana, portanto nada necessitada dessa empatia e insensível às atitudes ruins que os outros têm comigo. Um robô gentil.
Ah, para, né, gente? Quem quer gentileza, faz gentileza. Ninguém é um poço sem fundo de bondade. Chega uma hora que cansa, que seu limite estoura e, rudeza à parte, que nunca é justificável - um dia eu chego lá -, a gente chuta o balde.
Mas, pelo visto, fino é manter o coração e a pele trancados em uma caixa, dentro de casa. Gente legal não sente nada, não se aborrece, não se magoa, enfim, não incomoda. Tá... Sei... Refletir sobre as próprias mancadas e se portar direito ninguém quer, né?