Ou, em português, "O nosso amor de ontem".
É um filme da década de 70, dirigido por Sidney Pollack e estrelado por Robert Redford (!!!) e Babra Streisand.
Descobri esse filme em 2006, se não me engano, e fiquei melancólica ao final dele.
A história é assim, segundo eu lembro: Babra é uma judia pobre, que com muito esforço, ralando o abdômen no balcão, consegue estudar e aos poucos se desenvolver na vida. Desde a faculdade, ela cobiça Robert.
Ele é aquele cara lindo e bem nascido, que tem tudo fácil na vida. É boa gente, nada afetado.
Ela acha que ele nunca vai sequer olhar pra ela. Mas um dia até que rola e eles começam a se relacionar.
Só que ela é muito à flor da pele e ele, por azar, personifica tudo aquilo que ela detesta no mundo - ela é militante e ele frequenta "azelite" -; enfim, os mundos não se encaixam. Mas o problema é que eles se amam pra caramba. Eles tentam, sofrem, o amor cresce, tentam e, finalmente, se cansam de ficar tentando, tentando e tentando. Ainda se amando, resolvem se separar. A essa altura, ela está grávida dele. Eles combinam de ficarem juntos até o bebê nascer.
Moral da história: não se deixa uma mulher grávida.
Submoral da história: militante é um bicho chato da peste. Nem com um Redford na mão a mulé sossega, gente!
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