Ai, velho, eu tô chegando no limite com esse deslocamento. Isso aqui não me pertence, já mais que deu. Eu quero fugir, trocar de nome, mudar de rosto até. Quem sabe bater a cabeça na pedra e perder a memória. Seria perfeito. Quando eu for, quero esquecer isso aqui. De verdade. Em especial o jornalismo e uma boa parte das pessoas que conheci por causa dele.
Na próxima encarnação, vou botar duas cláusulas, escritas no capslock, na zorra do contrato:
1. Quero viver uma vida estruturada, em que eu não sofra tanto para obter o mínimo;
2. Quero vir entre amigos.
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