Acabei de descobrir algo péssimo, quase vexatório. Sabem o que acontecia com as respostas que vocês mandavam pro meu e-mail do Hotmail? Iam todas parar num outro e-mail-depósito que eu abro uma vez no milênio. Pois é, um dia desses esqueci de tomar o remedinho e apertei um botão que fez isso.
Só agora, por exemplo, soube que Jonny Be Good foi parar na Record... Alosa, não foi racismo meu, não. Ó paí, é que eu não vi mesmo!... E te cuida, negão, que eu li a defesa fervorosa que Eliano fez da promoção do moço ao eixo Rio-São Paulo. Vai tomar o seu lugar no Movimento - e tenho dito! Hidratante bronzeador está aí no mercado não é à toa, não, viu, meu filho! Outro dia, Lico apareceu no Messenger com um cabelo afro (Don é testemunha!). Ó, abre esse olho, que senão o jacaré te abraça! (o leão, melhor dizendo)... Desse jeito, cê vai ter que migrar pra Portelinha. Afinal, lá ainda acreditam na rapaziaaaada! (risos)
Well, so sorry, people! :( Um singelo motivo para ficar menos triste nesta terça-feira: Yesss!!! Meus amigos me respondem (fora Alosa, claro)!!!
E após esse informe ridiculous star gel, anuncio que estamos agora no post nº 150 deste blog. Digam aí: que diabos foi dito aqui? Acho que 10% do conteúdo é aproveitável (desses, 5% credito ao Dr. Contardo...). Talvez devesse ser advogada, pelo poder de embromation. Ou roteirista de TV, por conta do vício no mundo pop e do "dom" de falar abobrinha. Como diz meu pai, "Vai conversar borracha, assim, lá na baixa da égua, sô!" (n.t.: em adilsonês, "conversar borracha" é o mesmo que papo furado, que esticar demais a conversa). Ou apresentadora de circo, pela capacidade de emprestar alguma emoção a coisas do nível de excitamento de uma corrida de tartaruga.
Meu azar existencial foi não ter nascido loura ou com um tom de pele que permitisse isso. Além de fazer aniversário junto com a blonde-mor, Hebe, sem afetação, possuo um talento inato para falar muito e não dizer nada. Os sofás dessas emissoras de TV não sabem quem estão perdendo! Humpf! (Ah! Melhor do que Sônia Abrão, eu garanto que sou, viu!)
Quem não tá perdendo nada, nenhum prazer da vida de emergente, é Companheira Lília. Saiu de férias e quis ir pras Oropas. Como metade da renda, há meses, tem ido direto para a oficina mecânica, o jeito foi apelar para a Paris da América do Sul, la hermosa y baratita Buenos Aires.
Alosa, pelo andar da carruagem, digo, levando em consideração a tara faconiana por pares estrangeiros, ¿vai ser racismo da Companheira aparecer aqui com um guapíssimo, re-lindo muchacho rubio? Oh, seja maleável com a Camarada. Afinal, ¡é tão bonitinho escutá-los diciendo "mayonesa"! ¿Que culpa terá ella? Je je je... Liu, você é a morena tipo exportação da turma - ainda que Samantha tenha te passado a perna, momentaneamente -, vai receber é piropo por lá. Mucha calllma nessa hora: lembre-se dos princípios socialistas, e não deixe de dividir os bofes portenhos com as amigas brasileñas. A fila de solteiras daqui tá diretamente proporcional a do desemprego na terra de Evita, e precisando urgentemente andar. "Alô você!"...
Olhe lá, Companheira, o que você vai fazer com o Mercosul de Lula, hein! Mira tu portuñol. Não vá contando com Daniel pra te livrar de uma gafe diplomática, que ele ainda não tá com essa bola toda. Se entrar numa fria, como diria um ex-professor, "vai ter que falar com Albiiiino! (hohoho)".
Juízo, figura, e bom passeio! ;)
Fernanda, "usted es la culllpable"... Por sua causa, um ex-rapaz quase decente virou "carniceiro". Desde que deixou a Bahia - e, conseqüentemente, de lhe dar carona -, Cláudio entrou numa fase "Cidade Baixa", ao estilo do filme de outro faconiano, Sérgio Machado: freqüenta a Rua Augusta (e apesar de estar botando as teias de aranha pra fora, até chorou lembrando de você, sentado no Bar Ibotirama) e, por último, traiu a Bahia para ir ver um monte de mulata de tapa sexo, no Rio. Numa sessão "Fala que eu te escuto" by Messenger, Cacau confessou-me que a festa mais famosa do mundo é uma droga, e que sentiu foi falta da "ala das baianas", e, claro, da "comissão de frente" preferida dele: a da flautista do edf. Juanes. Chorei muchísimo com o relato de Claudinho, movida pela compaixão (Alosa me conhece, e sabe: eu me emociono!). Mas fui franca, e expliquei o bê-a-bá da coisa ao rapaz:
- Cau, já era, baby! Nandy se deixou influenciar pelas primas, e agora entrou pra essa vida errante. Foi batalhar uma grana rápida no Carnaval da Bahia, saiu por aí fazendo a barba de homens estranhos... Você bem sabe: A primeira faz tchan, a segunda faz tchum, e, tchan, tchan, tchan.
Silêncio. Eu continuo, duela a quién duela:
- Minha sincera esperança é de que, assim como Carla Perez gostava de segurar o tchan e hoje segura na mão de Deus e vai, Nandy também se encontre com JC, e transforme a vida dela.
Triste e sincèrement désolé, ele se despediu, e foi dormir.
Olha, eu nem quero imaginar o que rolava naquelas decidas e subidas de ladeira - desnecessárias, cá entre nós... -, a bordo do Baixamóvel, mas a falta disso vem amargurando o coração do meu amigo. Daqui a pouco ele vai virar cachaceiro. E compositor de samba. Vai deixar crescer a barba e desfilará por aí com um chapéu de feltro (valei-me!). Comprará uma casa na Ilha, no lado oposto ao de Lília para garantir menos tietagem. Fará cara de poucos amigos quando lhe perguntarem, no Faustão e nos bastidores do Prêmio Multishow, de onde vem a dor de cotovelo que lhe serve de inspiração.
Do Céu, Tim Maia vai soprar pela milésima vez no ouvido do sobrinho, Ed Mota:
- Tá vendo, cara?! Só é bom compositor quem toma um corno dos bons, na vida!...
Esse tipo de coisa que se faz com os outros costuma ter volta, viu. Você tem antecedentes nessa área que vão do Jardim de Infância ao Pré-Vestibular. (Te cuida, que a tua batata tá assando, dona!) Nanda é um caso perdido de Complexo de Rosana (ela quer "o amor e o poder"... "Como uma deusa..." hahaha).
Só agora, por exemplo, soube que Jonny Be Good foi parar na Record... Alosa, não foi racismo meu, não. Ó paí, é que eu não vi mesmo!... E te cuida, negão, que eu li a defesa fervorosa que Eliano fez da promoção do moço ao eixo Rio-São Paulo. Vai tomar o seu lugar no Movimento - e tenho dito! Hidratante bronzeador está aí no mercado não é à toa, não, viu, meu filho! Outro dia, Lico apareceu no Messenger com um cabelo afro (Don é testemunha!). Ó, abre esse olho, que senão o jacaré te abraça! (o leão, melhor dizendo)... Desse jeito, cê vai ter que migrar pra Portelinha. Afinal, lá ainda acreditam na rapaziaaaada! (risos)
Well, so sorry, people! :( Um singelo motivo para ficar menos triste nesta terça-feira: Yesss!!! Meus amigos me respondem (fora Alosa, claro)!!!
E após esse informe ridiculous star gel, anuncio que estamos agora no post nº 150 deste blog. Digam aí: que diabos foi dito aqui? Acho que 10% do conteúdo é aproveitável (desses, 5% credito ao Dr. Contardo...). Talvez devesse ser advogada, pelo poder de embromation. Ou roteirista de TV, por conta do vício no mundo pop e do "dom" de falar abobrinha. Como diz meu pai, "Vai conversar borracha, assim, lá na baixa da égua, sô!" (n.t.: em adilsonês, "conversar borracha" é o mesmo que papo furado, que esticar demais a conversa). Ou apresentadora de circo, pela capacidade de emprestar alguma emoção a coisas do nível de excitamento de uma corrida de tartaruga.
Meu azar existencial foi não ter nascido loura ou com um tom de pele que permitisse isso. Além de fazer aniversário junto com a blonde-mor, Hebe, sem afetação, possuo um talento inato para falar muito e não dizer nada. Os sofás dessas emissoras de TV não sabem quem estão perdendo! Humpf! (Ah! Melhor do que Sônia Abrão, eu garanto que sou, viu!)
Quem não tá perdendo nada, nenhum prazer da vida de emergente, é Companheira Lília. Saiu de férias e quis ir pras Oropas. Como metade da renda, há meses, tem ido direto para a oficina mecânica, o jeito foi apelar para a Paris da América do Sul, la hermosa y baratita Buenos Aires.
Alosa, pelo andar da carruagem, digo, levando em consideração a tara faconiana por pares estrangeiros, ¿vai ser racismo da Companheira aparecer aqui com um guapíssimo, re-lindo muchacho rubio? Oh, seja maleável com a Camarada. Afinal, ¡é tão bonitinho escutá-los diciendo "mayonesa"! ¿Que culpa terá ella? Je je je... Liu, você é a morena tipo exportação da turma - ainda que Samantha tenha te passado a perna, momentaneamente -, vai receber é piropo por lá. Mucha calllma nessa hora: lembre-se dos princípios socialistas, e não deixe de dividir os bofes portenhos com as amigas brasileñas. A fila de solteiras daqui tá diretamente proporcional a do desemprego na terra de Evita, e precisando urgentemente andar. "Alô você!"...
Olhe lá, Companheira, o que você vai fazer com o Mercosul de Lula, hein! Mira tu portuñol. Não vá contando com Daniel pra te livrar de uma gafe diplomática, que ele ainda não tá com essa bola toda. Se entrar numa fria, como diria um ex-professor, "vai ter que falar com Albiiiino! (hohoho)".
Juízo, figura, e bom passeio! ;)
Fernanda, "usted es la culllpable"... Por sua causa, um ex-rapaz quase decente virou "carniceiro". Desde que deixou a Bahia - e, conseqüentemente, de lhe dar carona -, Cláudio entrou numa fase "Cidade Baixa", ao estilo do filme de outro faconiano, Sérgio Machado: freqüenta a Rua Augusta (e apesar de estar botando as teias de aranha pra fora, até chorou lembrando de você, sentado no Bar Ibotirama) e, por último, traiu a Bahia para ir ver um monte de mulata de tapa sexo, no Rio. Numa sessão "Fala que eu te escuto" by Messenger, Cacau confessou-me que a festa mais famosa do mundo é uma droga, e que sentiu foi falta da "ala das baianas", e, claro, da "comissão de frente" preferida dele: a da flautista do edf. Juanes. Chorei muchísimo com o relato de Claudinho, movida pela compaixão (Alosa me conhece, e sabe: eu me emociono!). Mas fui franca, e expliquei o bê-a-bá da coisa ao rapaz:
- Cau, já era, baby! Nandy se deixou influenciar pelas primas, e agora entrou pra essa vida errante. Foi batalhar uma grana rápida no Carnaval da Bahia, saiu por aí fazendo a barba de homens estranhos... Você bem sabe: A primeira faz tchan, a segunda faz tchum, e, tchan, tchan, tchan.
Silêncio. Eu continuo, duela a quién duela:
- Minha sincera esperança é de que, assim como Carla Perez gostava de segurar o tchan e hoje segura na mão de Deus e vai, Nandy também se encontre com JC, e transforme a vida dela.
Triste e sincèrement désolé, ele se despediu, e foi dormir.
Olha, eu nem quero imaginar o que rolava naquelas decidas e subidas de ladeira - desnecessárias, cá entre nós... -, a bordo do Baixamóvel, mas a falta disso vem amargurando o coração do meu amigo. Daqui a pouco ele vai virar cachaceiro. E compositor de samba. Vai deixar crescer a barba e desfilará por aí com um chapéu de feltro (valei-me!). Comprará uma casa na Ilha, no lado oposto ao de Lília para garantir menos tietagem. Fará cara de poucos amigos quando lhe perguntarem, no Faustão e nos bastidores do Prêmio Multishow, de onde vem a dor de cotovelo que lhe serve de inspiração.
Do Céu, Tim Maia vai soprar pela milésima vez no ouvido do sobrinho, Ed Mota:
- Tá vendo, cara?! Só é bom compositor quem toma um corno dos bons, na vida!...
Esse tipo de coisa que se faz com os outros costuma ter volta, viu. Você tem antecedentes nessa área que vão do Jardim de Infância ao Pré-Vestibular. (Te cuida, que a tua batata tá assando, dona!) Nanda é um caso perdido de Complexo de Rosana (ela quer "o amor e o poder"... "Como uma deusa..." hahaha).
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