
Flávia foi embora hoje para Paris. Despedir-me dela, por mais "mala" (sem alça e sem rodinhas) que ela seja, não foi tão fácil quanto pensei que seria. Foi agridoce. É estranho olhar para uma irmã sem saber quando vai ser a próxima vez que vai vê-la; bate uma certa apreensão. Racionalmente sei que ela vai ter uma experiência de vida transformadora, quer seu objetivo vingue ou não. Mas no fundo senti como se tivesse dando a um estranho um cachorro que eu criei por anos (e quem me conhece sabe que essa comparação não é pejorativa uma vez que gosto pra caramba de cães).
PS: E como nada na minha casa se dá de forma tranqüila, o vôo da criatura de Madrid para Paris atrasou, deixando todo mundo aqui no Brasil - que não sabia que havia atrasado - com a orelha em pé. Mas já ligou e está tudo ok. Agüenta essa, Cláudio: ela disse que Paris é uma cidade veeeelha e cinzenta. Pobre é foda!kkkk
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