sábado, 16 de janeiro de 2010

Air Supply


Na semana que se encerrou, entrei numa onda um tanto quanto retrô - ao menos musicalmente. Além de ter ouvido até a exaustão "November Rain" do Gun´s (a abertura no piano e o solo do Slash são shooow!), ouvi muito "Air Supply".
Provando que a Austrália não só produz os melhores machões do cinema, mas algumas das mais talentosas bibas do pop (risos), o Air nasceu em 1975, na terra dos cangurus, formado por Graham Russell e Russell Hitchcock (definitivamente, essa repetição não nega que são almas gêmeas! hahaha). Você com certeza conhece as músicas dessa banda, até porque elas embalaram vários personagens de novelas brasileiras nas décadas de 80 e 90. Eis alguns hits da dupla: "Lonely is the night", "Making Love Out Of Nothing At All", "Without you", "All Out Of Love",  "Even The Nights Are Better", "Every Woman In The World". Eu adoro essa primeira, que inclusive foi tema da personagem de Cássia Kiss em "Barriga de Aluguel" (e é melhor parar meu comentário por aqui, antes que me empolgue e comece a falar da personagem e da novela, a melhor de Glória Perez em minha opinião!).

A dupla fez uma turnê no Brasil no ano passado. Adivinha: não vieram na Bahia, mas foram a Fortaleza (é a treva, realmente!!!). :(

Agora, falando no Russell Hitchcock - que até a invenção do Youtube pensava eu ser uma mulher por causa da voz -, esse cabelinho dele nos anos 70 não me engana: tá na cara que foi inspirado em Barbra Streisand! - resta alguma dúvida de que ele é gay? hahahaha...
Esse loiro tem cara de Gordon. Na boa, ele tem, sim!...

Vozes

Uma voz da qual venho gostando muito é a da Paula Fernandes (foto). Para quem não ligou o nome à pessoa, trata-se da moça que canta "Jeito de Mato", o tema da Santinha e do filho do Diabo em "Paraíso". Ela tem uma voz interessante, encorpada porém feminina. Outro artista interessante é o Vander Lee. Ok, como disse um colega meu que é músico, ele não tem uma boa voz (tão enjoada quanto a de um professor chato de 7ª série). Mas, por outro lado, além de cantar letras agradáveis de se ouvir, ele sabe o que cai bem em sua voz. Eis o segredo do seu sucesso: autopercepção antes de tudo. Outro caso similar é o de Luiza Possi. A voz dela é melhor que a de Vander Lee, mas não é uma voooz (quem possui uma grande voz é Zizi, a mãe dela!), mas a moça sabe reconhecer o que se encaixa em seu timbre. Não deixa de ser um talento.
Não foi o caso de Sandy ao cantar com Caetano o tema da personagem Gabriela. A filha do Xororó é sem dúvida afinadíssima - e numa coisa ela me lembra um pouco Michael Jackson: até falando a voz é de um agudo superafinado -, mas a música não é para o tipo de voz dela. Bola fora. Bola dentro ela deu cantando  "Falando às paredes", originalmente interpretada pela dupla de papai, e "As canções que você fez pra mim" no "Elas cantam Roberto Carlos". Na edição da Globo a apresentação dela ficou ruim, mas a versão que está no Youtube mostra uma performance muito boa - e olha que cantar Robertão não é tarefa tão fácil quanto parece! 


Dança da Chuva

Notícia publicada no UOL...

Chuva atrapalha show de Preta Gil

A cantora Preta Gil passou por uma situação difícil ontem à noite (14/1) durante seu show, “Noite Preta”, na boate The Week, no Rio de Janeiro. A forte chuva que atingiu a cidade alagou a boate e o público teve que deixar a pista. Mas ninguém conseguia ir embora porque do lado de fora a situação era ainda pior, com a água chegando até a altura dos joelhos das pessoas. Os carros também ficaram alagados.

Segundo a assessoria de imprensa de Preta Gil, a cantora ficou assustada e só conseguiu sair da boate por volta de 6h da manhã. Preta não pôde usar seu carro, que estava cheio de água e teve de ir para casa de táxi. No Twitter, ela lamentou: “Consegui sair da The Week agora, muita chuva, ruas alagadas... Meu carro está embaixo d'água (...) muito chato tudo isso!!”.

=> Olha, não querendo ser implicante, mas já sendo, tô achando que Preta fez a dança da chuva antes de iniciar a apresentação. Percebam que não deu pra ninguém sair e a boate ficou cheia até o fim da apresentação (fico entre isso e a tragédia do Haiti!). Perdeu o carro, mas o que é isso diante de uma noite inteira de glória ("é bi, é bi, é bi, é bi...")?! hahahaha...

 

Gracinha

Ohhh! Hebe está com câncer. Não combina, situação estranha para a madrinha da televisão brasileira.
Bom saber que continua com a mesma vivacidade de sempre. Melhoras pra ela!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Defraude

Ontem estava com umas amigas num barzinho do Rio Vermelho, o Portella Café - fomos parar no lugar por acaso, nem sabíamos que existia. Quem encontro? Bruno Galba Moreira, eternamente estigmatizado como o parceiro de Daniel Fiuza no assédio às calouras da Facom! hahaha... Pra queimar mais o filme da pessoa, repasso logo o babado: tá usando aparelho ortodôntico - e agora, com a cara de adolescente que ficou, tá fazendo mais jus ainda ao apelido de Piuí (aquele personagem de "Porks") que ganhou na época do colégio.
Show da noite: banda cover do Oasis (lembrei na hora de Daniel Lisbôa! - sinceramente, muito meia-boca esse gosto rock´n´roll dele, viu! :P). Antes, a banda de abertura, DeGales. Repertório bacana, muito Strokes, Franz Ferdinand, enfim, um som legal. Adivinha quem é o vocalista? Pois é, o "g" de "Gales" é de Galba. Eu mereço!... Se ele tem talento? Até poderia dizer que a voz de Galba dá pro gasto, mas é aquela coisa: cantar rock não é cantar de verdade!... :P

Quem quiser conferir "DeGales", não perca a apresentação dos moços no Groove Bar, na Barra, em 25 de fevereiro!

***
Bonnus track: Galbolino confessou que tinha banda já na época da Facom, mas ficou na moita com medo da língua afiada do povo. Ô Ingrid fez o comentário perfeito sobre a situação: "É, não sofremos bullying na escola, mas passamos por isso na faculdade!". Nadja sempre teve razão! hahaha

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lealdade

Após mais de 20 anos ouvindo "Montecastelo", do Legião, finalmente atentei para um trecho da música que achei fantástico, ou melhor, muito significativo: "É ter com quem nos mata lealdade" ("... tão contrário a si é o mesmo amor"). Provavelmente essa frase da canção (que na verdade é a versão musicada de um texto antigo) fala da dependência emocional. O lance é que essa mesma moeda tem um outro lado, oposto, muito bonito, diria nobre: a liberdade emocional, que faz um indivíduo continuar leal a um alguém, ainda que este ou esta lhe traga dissabores.
Há casos em que ser leal é quase uma fatalidade, uma atitude semi-involuntária, digamos. Isso acontece muito entre parentes. Nem sempre há grande sentimento entre as criaturas, mas o sangue sempre acaba falando mais alto no frigir dos ovos. Não é uma atitude fácil - por vezes é uma contradição dos fatos, uma incoerência com a história de ambos -, mas, enfim, isto está mais para o instinto que para qualquer outra coisa.
Fico admirada é com a "lealdade escolhida" e proveniente da compreensão e do respeito, ou, em último caso, do amor incondicional. Mas quem tem "altura" para alcançar um grau de altruísmo desses? Conto nos dedos da minha mão direita os casos que conheço...
Por falar em família, ontem mesmo comentava com uma amiga o quão difícil é manter-se respeitoso com as escolhas daqueles que nos são íntimos. Em certas circunstâncias, a depender da temperatura dos acontecimentos e, claro, dos ânimos, rompem-se inclusive os relacionamentos. "Fulano vai ver que eu estava certo!". "Beltrano nunca foi quem eu pensava!". Dramas aparentemente banais como esses pesam muito na alma e é inegável que todos nós lidamos com isso o tempo inteiro. Viver é relacionar-se bem, ou melhor, viver bem é aprender a conviver nesse hospício chamado sociedade e manter-se saudável. Arrisco dizer que nada, nesse planeta, é mais difícil. Estamos aqui quase que exclusivamente só para aprender a superar os desafios do coração.
Como manter-se leal em casos de desapontamento? Não há fórmula universal e cada um que trate de criar a sua até para o seu próprio bem. Viver como um entre tantos que existem no mundo e não o contrário disso ajuda bastante, creio. Tentar a gratidão pode ser um bom recurso. Cuidar-se e assumir que viver é "pessoal e intransferível" (e, portanto, não dá para bancar o Deus nas questões alheias e vice-versa) talvez seja pré-requisito.
A palavra lealdade pode ter dois significados: sinceridade e permanência. A meu ver, tem muito mais a ver com o segundo. (Já reparou que algumas mulheres dizem que o marido "foi infiel mas não desleal"? Parecem a mesma coisa, mas o que elas argumentam faz sentido.)
Nunca esqueci da história do marido bissexual de "Por amor", novela de Manoel Carlos. Rafael esconde o fato há anos da família e quando esta descobre fica arrasada, obviamente, mas continua ao lado dele. Bonito momento de Virgínia, a esposa, que se separa, mas não nega, diante dessa relevante omissão do marido, o homem admirável que ele sempre foi.
O caso é que a relação tinha lastro.
O amor dele nunca foi uma mentira e ela sempre se sentiu cuidada pelo marido, como mulher e como amiga - e nessas coisas não há como blefar: a gente sente quando o outro está ou não está conosco! Mesmo traída, ela teve condições de considerar, apesar da dor que facilmente cega uma pessoa nessa situação, que, se por um lado o ex escondeu um dado importante da intimidade dele, o que viveram juntos, até então, nunca foi uma enganação; não houve má-fé, desrespeito, mas apenas medo de rejeição. Enfim, a lealdade, por anos a fio, de Rafael garantiu que Virgínia quisesse permanecer na vida dele - porque apenas o amor, quase sempre, não basta nessas horas -, apesar de, após descobrir a bissexualidade dele, estar lidando, de certa forma, com uma pessoa desconhecida para ela.

Infelizmente não é assim para todo mundo, até porque muita gente nem sabe o que é essa tal de lealdade e outras gentes, mesmo sabendo, não fazem lá muita questão dela.

Poluição existencial

Provavelmente pegarei pesado neste post, mas, me desculpem as pessoas finas e caridosas, Gretchen me mata! É mais forte que eu, dá licença.
A criatura foi assaltada de madrugada passando de carro com uma amiga na Vasco da Gama. Para "variar", disse que foi agredida pelos bandidos - acusação típica nos enredos gretchenianos. Eu, hein!? Quem bota fé nessas resenhas da eterna rainha do rebolado?!
Só afirmo mesmo uma coisa: esses ladrões certamente não tiveram medo do boi da cara preta na infância. Sim, porque dar de cara com essa pessoa de madrugada e não morrer de susto não é para qualquer um!... hahaha

E os seus cabelos... quanta diferença!


Continuando no terreno da futilidade, adorei o cabelo de Adriana Esteves na nova minissérie. Quer dizer, tá feioso e isso ninguém discute. Gostei foi de ver a minha teoria comprovada - rá-rá! :P
Um cabelo lindo levanta bas-tan-te um visual e faz bonito muito rosto que é, na verdade - como disse o filho de Casemiro Neto uma vez -,"meeiro". Pense numa Ivete Sangalo sem aquele cabelão lindo e liso dela. Imagine-a, por exemplo, com a juba de Daniela Mercury. Neste caso, vai-se, pelo menos, 25% da beleza da cantora. Faça o mesmo exercício pensando em Gisele Bundchen. Got it?
É, dizem barbaridades da Carolina Dieckmann, mas não é todo mundo que tem bala na agulha suficiente para raspar a cabeleira e ainda assim ficar linda.

À moda antiga



Tenho uma amiga que me acusa de ser anti-magreza. Não é verdade. Sou anti-anti-curvas, isso sim. Adriana Lima é um palito, mas a acho linda, por exemplo. Gosto dos corpos como os de antigamente, da aparência saudável, curvilíneos.
Gosto não só dos corpos à antiga, mas das vozes também. Ah, ouça atores mais velhos, como Tarcísio Meira, por exemplo. A dicção é perfeita, a voz tem uma boa impostação. Outraaa coisa!

Come mai

Por que toda música boa de cantar é sempre de um homem falando de uma mulher?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Trash total!

A bizarrice é tamanha, que quase me deu congestão!
Veja o novo produto da Polishop, em parceria com Dr. Rey, e me diga se não é a visão do inferno.

Ê, 2010!...


O ano mal começou e já está "maraaaa"!!!
Pra começar, perdi meus cabelos. Minha mãe foi aparar a cabeleira e, não contente, resolveu "acertar" a minha franja. Só que a pessoa entrou foi com a tesoura cabelo a dentro, fazendo a maior barberagem, no mau sentido (essa não chega mais perto do meu cabelo nunca mais em minha vida!). Fui acertar o desastre no salão e a "profissional", além de não ter consertado nada, ainda levou dois dedos de cumprimento - minha enxaqueca da virada deve ter bem a ver com isso, sabe? Aliás, ô dorzinha miserável é essa! A pior que já senti na vida!... Santa Mônica, irmã de Nandy, foi quem finalmente deu jeito no visual. Pena que já tinha perdido todo o meu cabelo àquela altura. Pô, de cabelo curtinho, confesso que estou me sentindo horrorosa. É incrível como o cabelo mexe com o humor da mulherada. Já vou entrar 2010 treinando o desapego. Que jeito, né?
Como se não bastasse ter que controlar uma crise de enxaqueca à unha durante a virada, tendo, inclusive, pago o mico de, após tomar um remédio pro estômago que dá muito sono, dormir no sofá dos outros (vocês não sabem o que é acordar e perceber que as pessoas da festa estavam te vendo dormir - e provavelmente se divertindo com isso - e ainda dar de cara com a performance do KLB no "Show da Virada" da Globo!), voltei para casa a pé no dia seguinte - Farol da Barra em diante interditado por conta do show de Daniela. Vesti uma blusa decotada no dia anterior e voltei com ela pra casa. Naquela hora vi que Deus escreve certo por linhas tortas. Era o meu anjo-da-guarda me dizendo: "Vai, minha filha, veste essa blusa de piriguete que assim você evita de, na volta para casa, adquirir uma das marcas de sol mais ridículas de sua vida!"
Evitei um vexame, mas logo, logo passei por outro. Cheguei em casa com o corpo fervendo. Não podia entrar no chuveiro de imediato (meu avô paterno morreu assim, portanto pode se tratar de um carma familiar, e não vou ser eu quem vai desafiá-lo). Tirei a roupa e quase atingi o nirvana com o ventinho do ventilador - santa tecnologia! De repente, olho para o lado e vejo uma fresta da cortina aberta, e mais: vejo um velhinho me vendo. (Vida de merda!)Tomo um susto e saio da sala. Fico tentando me lembrar se ele estava com ou sem óculos (no caso de um idoso, isso faz toda a diferença!). Volto, de mansinho, e vejo que ele não está mais lá. Deve ter se assustado com o meu susto. Minha mãe acorda e eu conto a ela o que ocorreu. Essa senhora é de uma compreensão comovente com o meu drama: "Ah, Juliana, faça-me o favor! Esse velho é completamente gagá, ele passa o dia 'discutindo' com o Lula!". É, né... Mas o sbregue de minha mãe me deixou muito melancólica porque me fez refletir sobre uma coisa: estou ficando velha ou, na melhor das hipóteses, menos jovem. A mesma cena, daqui a 10 anos, vai pôr criancinha pra chorar! Me deu vontade de chamar o velhinho de novo na janela e dizer: "Ei, olha só isso, ó!" (risos)
Para fechar com "chave de ouro" a semana, ainda passei mal à beça do estômago, ontem. Tudo por conta de um maldito molho de pimenta que comi pensando ser molho de salada!

Vou pensar positivo: isso é para expurgar logo de cara. Daqui para frente vai ser só alegria!!! :D

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

My favorite canastrón

Fabio Jr. é um canastrão, isso muitos dizem. Mas, para mim, é "o" canastrão (adoooooroooooooo!). Se acha o mais irresistível. E acho que ele deve ter alguma razão; o que mais me impressiona é que seu "mojo" funciona até com quem não gosta da fruta! (risos) Fiquei ainda mais "chocada" neste clip porque ele conseguiu, digamos, cooptar ninguém menos que Adriana Calcanhoto - sempre tão discreta que nunca a imaginaria fazendo cena com o rei da canastrice, vulgo dr. Fabão! (risos)
(Ah! Ainda morro disso!... :P)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Bicho do Mato

Outro dia estava lembrando de Fabiana, goiana radicada em Salvador que conheci através de um amigo em comum. Conversa vai, conversa vem, empatia correndo mutuamente (graças a Deus, pois não tem saia justa pior do que não ir com a cara de quem é muito amigo de alguém que é muito seu amigo) e contei a ela que meus pais são goianos e que minha família materna mora em Goiânia. "Ahhh!..." - exclamou, como se tivesse feito a ela um esclarecimento muito significativo - "Eu sei que tipo de criação você teve...". Houve uma pequena pausa e, de repente, Fabiana me veio com uma pérola da qual certamente nunca vou me esquecer: "Poxa, o pessoal daqui é tão desencanado, né? A gente, que vem daqueles lados, é tão bicho do mato, tão careta!...", disse-me quase numa melancólica confidência. Eu parei para refletir por dois segundos. E não é que ela tinha toda a razão!? - tão óbvio e eu nunca havia pensado nisso.
Bicho do mato com certeza...

Arca de Noé


Eu não tenho o sexto sentido, mas "eu vi gente braun"! A nave do Eva estava mais para arca de Noé! hahaha... Foi massa! Pena que não vai dar para esticar no Trivela.


Lula vai lançar sua cinebiografia. Nada de mais, se não estivéssemos na porta de mais uma eleição (e, afinal, por que essas sempre coincidem com copas do mundo, hã?!). Se bem que José Serra já faz participação há muito tempo num determinado desenho animado... É, sendo assim, não há muito o que reclamar do "companheiro". hehehe

sábado, 26 de dezembro de 2009

Progressiva

Para "variar", mais uma vez insisti em assistir ao especial de Roberto Carlos. Pra "variar", passei raiva.
O especial do Rei valeria a minha entrada na comunidade "Por favor, me surpreenda!". Mas ali não há progresso nem com reza brava!
Começou "surpreendentemente" com "Emoções" ("Quando eu estou aquiiii, eu vivo este momento liiiindo..."). A segunda música é que deveria ter sido a primeira! A terceira destoou do primeiro bloco. Foi de lascar o cano Daniel cantando "Estou apaixonado, e seu amor me faz graaaande...". A platéia ficou num silêncio nem obtido em funeral. Deve ser porque o sucesso dessa canção nasceu e morreu há uns 15 anos... A participação de Dira Paes? Desculpa pra Roberto se esfregar na moça! "Calcinha Preta"? Segundo a minha mãe, a única interseção, ali, foi a escova progressiva! Mas gostei da versão que eles fizeram; souberam escolher algo do repertório que combinou com o som da banda.
Também ficou esquisitíssima a parceria de Ana Carolina com o Rei, esteticamente falando. Ela parecia um cover do anfitrião do show; o mesmo terno...
Enfim, eu é quem tenho que tomar vergonha e progredir nessa minha teimosia de ainda esperar inovações da parte do Rei!

Lema 2010

Por falar em Sean, eis o meu lema para o próximo ano:

"América para os americanos!"

... e tenho dito!

Dura lex, sed lex


O Brasil inteiro está de coração partido pelo desfecho do caso Sean - menos eu. Quer dizer, sinto pelo menino, mas, me desculpem os sentimentalistas, não tô com pena da avó dele, não.
Eu tenho uma crença pessoal de que tudo que começa errado, termina mal. Tentar agredir a realidade é burrice, uma total perda de tempo. Exemplo: se eu invado um terreno e coloco cada centavo do suor do meu trabalho na construção de uma puta casa dentro dele, vou poder chorar quando o verdadeiro dono quiser reavê-lo? Eu acho que não. Eu saberia, nesse caso, que estaria correndo este risco; otária sou eu, errada sou eu. Vejo o caso do menino americano deste mesmo modo.
As lágrimas que a avó derrama agora são fruto da própria imprudência dela e não de uma suposta insensibilidade do pai biológico do garoto. Até a entendo: diante do choque de perder a filha tão prematuramente, ela quis reter consigo a coisa mais significativa que esta deixou no mundo - Sean. Mas não era direito dela. Mesmo com todas as críticas que tenho a fazer sobre a "raça masculina", tenho muita pena deles no que tange a esfera sentimental. A sociedade (pelo menos a brasileira, com certeza) acha que homem não tem sentimento, que o pai, em qualquer situação, deve pagar as contas, mas que este mesmo homem não tem lá muitos direitos sentimentais em relação aos filhos. O caso Sean revelou, de certo modo, que o machismo ainda está muito forte em nosso país - eis um caso de como o tiro pode sair pela culatra.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

No espetinho

Encontrei a minha perfeição!

Amigo Bruno falando sobre a namorada


Há controvérsias sobre a afirmação do moço, mas o que acho mais grave é que ele não está prezando a própria integridade física. Amigos da Rede Globo, se vocês virem Brunildson, por aí, mais furado que almofada de alfaiate não estranhem a exótica paisagem: para os habitantes de Ibotirama, espetar também é carinho!