segunda-feira, 27 de julho de 2009

Você gosta do que faz?

Texto da ídola de Luciana Barreto ("Onde está você, Luciana Bernardes?" :D), Eliane Brum, na Época.

domingo, 26 de julho de 2009

Corel Mraw

Muito mau! Humpf!... E o resultado disso é o novo cabeçalho do blog.
Eu tenho uma frustração assumida: não ter habilidade manual. Sim, porque até para mexer com a zorra do Corel Draw, se necesita una poca de gracía. Ay, ariba, aryba, pois não adianta ficar de baixo-astral por conta disso. Ficará para uma próxima vida, pelo visto, esse dom com as mãos. :(

sábado, 25 de julho de 2009

Mateus

Na última sexta-feira, Nandy Braga, Ô Ingrid e eu partimos, rumo ao Doron, para uma missão de máxima urgência: visitar Mateus, o primogênito da nossa ex-colega de Facom, Talita, que está aqui na cidade por esses dias.
Quando chegamos, Mateus - sabiamente! - já estava no 7º sono. Deu para tirar, mesmo assim, algumas conclusões sobre o rapazinho, que está quase com três meses: ele é a mistura dos pais. Tem os olhos e o cabelo de Barreto e o restante é de Talita. Ele parece ser bem calminho. A gente até fez um certo barulho e a pessoinha nem se abalou.
Mateus, aliás, estava dormindo no colo da avó. Não tive como não achar graça da cena, apesar de ser um quadro bastante comum. Mente podre mode on: "Quem pariu (a mãe de) Mateus que o balance!". Mas dona Rose não se importa. Muito pelo contrário. Aliás, ter netos deve ser ótimo. Eu só quero ter filhos para ter netos.:D

Dica de filme


"Apenas o fim", de Matheus Souza.
Esse filme do estudante de cinema da PUC-RJ é muiito bonitinho, uma graça! É quase uma peça de teatro filmada, a ambientação vai trazer recordações faconianas e a primeira cena precisa ser refeita, mas vale a pena ver. De verdade. Quem gostou de "Antes do Amanhecer" provavelmente vai gostar também de "Apenas o Fim".

OBS.: Vou queimar (mais um pouco) o meu filme, mas tenho que repassar essa dica aos pais, tios e simpatizantes da causa infantil: vi o trailer de "Cocoricó - Aventuras na cidade" (ou algo do tipo) e achei fofíssimo!... Só lembrei de uma certa fã do Julio (e das galinhas... e de coxinhas de galinha...), por acaso também a musa mirim deste blog. :D

Let´s Get It On!...

... mas mantenham a compostura, que esse é um blog de família! hahahaha

Escritora portuguesa diz que todos os escritores são strippers. Ui!... Vejam lá, em Época, a entrevista.
(Baixaria, não acredito que você perdeu pauta tão "séquissy"! tsc, tsc, tsc...)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A Árvore de Roberta

"Que bom que eu nasci mulher
Poder gerar uma vida
Chorar mais, sem me envergonhar
Rir à toa, se eu quiser
Ser mais vaidosa
Ter o poder de seduzir
E o prazer de ser conquistada
Que bom que eu nasci mulher"


Este poeminha, o encontrei na página de Roberta. Não sei se foi ela quem escreveu ou se pegou de alguém, mas fiquei pensando nessa "vida de mulher". Uma palavra me atravessou o pensamento: doação. Ser mulher é ser um doador. É tanta invasão, são tantas as coisas que tiram da gente... E depois ainda perguntam por que choramos tanto, né. (risos)
Só sei que me deu uma doida e comecei a contabilizar as coisas que damos e que cedemos ao longo do caminho:

Quando a menina nasce, mal leva a "palmada inaugural" na bunda e alguém fura as suas orelhas para pôr um par de brincos.
Quando ela cresce um pouquinho, tem que distribuir beijinhos e abraços no papai, na mamãe e pra qualquer ser com quem esses dois anteriores acharem que ela tem que ter um gesto de carinho (muiiito mais do que um bebê do sexo masculino).
Mais adiante, alguém lhe dá uma boneca, da qual deve cuidar como se fosse seu bebê.
Se ainda não aprendeu a ceder e ser uma "boa" menina (leia-se, alguém sem assertividade), chegou a vez da escola ensinar.
No início da adolescência, começa a sangrar por um óvulo que, com a graça de Deus, não foi fecundado naquele mês.
E aprende a ser vaidosa para ser socialmente apreciada...
... e dá suas unhas, pele e cabelos, toda semana, para o salão de beleza, num ritual de tortura que os homens nunca terão idéia do que é...
... e agride o próprio corpo com saltos altos, acessórios pesados e dietas malucas.
As bailarinas e modelos sacrificam seus corpos em nome da arte.
Um dia, ela sente atração por um cabra e deixa de ser virgem - muitas vezes a custa de uma dor miserável que às vezes resulta até no "parcelamento" da ação.
E muitas vezes, quando se relaciona seriamente, sacrifica a carreira...
... Isso quando não deixa de trabalhar pelos filhos.
Flhos: primeiro eles ocupam todo o corpo, por nove meses (quase um Allien, com a diferença que é fofinho), depois passam meses a fio mamando (já presenciei a cena e desconfio que aquilo deve doer e incomodar!).
E ela que ache bom, pois tê-los nem sempre é o caso: há cânceres capazes de levar o útero e o seio.
Às vezes, só ela sabe da existência dos filhos e, sozinha, ela os cria.
Algumas vezes, é ela, já idosa, que sustenta os filhos e cria os netos.
Muitas vezes, é ela quem ainda continua a cuidar de filhos e maridos (quando não ex-maridos) quando ninguém mais quer saber deles (e o contrário raramente acontece).
A mulher é o sexo predominante em trabalhos assistenciais.
Por fim, ela morre, como todo ser vivo, mas acho que vai mais conformada para a última doação, à mãe terra.

Eu não sei se a Roberta tem razão, se é tão bom assim ser mulher. Mas, com certeza, somos seres especiais.

Metamorfose


Aos poucos me desfaço de tudo aquilo que
De tanto pensar ser meu
Achava ser eu mesmo

Amigos que não valem o substantivo
Amores que não valem a essência
Sorrisos que não valem a verdade

Tudo despejado em balde morno
Onde procuro, ao olhar atento,
Tentar coar a beleza de cada coisa

Ao que emerge, vazio de significado
Ao que não mais respira em mim
Derramo num rio de curso calmo
Rumo a um mar de ondas frias
Que jamais irei me banhar



No destaque, Juju, sósia perfeita de Camila, a única coisa que perdi, na vida, e que ainda me faz falta (bom sinal: a vida tem até que pegado leve comigo). Mas não lamento: foi-se o pequeno corpo de cão, mas ficaram 15 anos de boas lembranças.
Viver é um ininterrupto trocar de cascas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

I´ll Be There

Amizade. Eita trequinho bom, mas que dá um trabalhooo. Se não dá, que bom pra você. Ou não, pois daí, então, tem-se é coleguismo e não amizade. Sempre gostei da idéia de amizade, de duas ou mais pessoas unidas por nada além de uma afeição mútua. Como diz a famosíssima canção dos Jackson 5, "Togetherness, it´s all I´m after". Companheirismo e união são coisas boas, muito boas mesmo; dois dos ouros da vida. Conheço gente que não dá um pingo de valor a isso, que vive bem (aparentemente, ao menos) sem ter amigos, e acho esquisitíssimo!

Ontem foi o Dia do Amigo. Nem pude postar aqui, mas, claro, não deixei a data passar em branco. Não, pelo menos, entre os mais chegados.
Li, nos Orkuts da vida, uma definição bacana e que não podia deixar de colocar aqui: "Amizade é como música: duas cordas afinadas, no mesmo tom, vibrando juntas". Adorei a sacada!

Há algumas semanas, encontrei um texto bacana sobre o tema. Separei-o, mas esqueci de anotar a referência. Acho que é da Martha Medeiros. Bem, segue Para que serve um amigo?.
Feliz Dia do Amigo! Feliz a gente juntos. Desejo que a nossa amizade - mudando, aqui, um pouco as palavras do poetinha -, "posto que é amor e não chama(paixão), seja eterna e dure!". Assim seja. Amém. :)

Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o Reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.

sábado, 18 de julho de 2009

Bloco dos Mascarados

Não, eu não vim falar de Maga. Mas esse post tem a ver com outro cantor cujo nome começa também com M: Michael Jackson. Oh, yeah!... Anteontem fui almoçar com um amigo e vi, enquanto o esperava, um sujeito com a tal máscara cirúrgica, marca registrada do ídolo americano nos últimos anos. Que bonito: involuntariamente, por conta da gripe, algumas pessoas vêm fazendo homenagens ao rei do pop. Inclusive o próprio vírus, que chega no corpo do indíviduo ao som de "Bad" ("Because I´m mean, I´m bad..."). hehehe... Ok, observaçãozinha cretina e sem graça, da qual ninguém riu. :(

Pessoa Inteligente

"Navegar é preciso; viver não é preciso".
(Fernando Pessoa)


O que vocês acham que significa essa frase?
Até pouco tempo atrás, pensava que fosse um ode à criatividade. Algo do tipo viver (nascer, crescer, reproduzir e morrer) não é o mais importante; "navegar" é fundamental (sair por aí, experimentar, ver e criar coisas novas).
Mas alguém me falou algo sobre a máxima de Pessoa que eu achei fan-tás-ti-co: o "preciso" da frase é de "precisão". Navegar, apesar de todos os perigos e incertezas do mar, é algo preciso. Há um norte para a navegação - justamente para isso existe a bússola. Viver não é algo exato, preciso, embora pareça absolutamente natural, previsível. Não há quem nos aponte o "norte" da nossa existência.
Hummm... O que será que Eduardo Teles, meu professor de literatura do colégio e dramaturgo, diria disso? Ou ele amaria ou sacaria do bolso seu famoso bordão: "Cidadã, você está com diarréia mental, por acaso?". hahahaha... Agora deu saudade. :D

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Não reaja. Aja!

Que tal sentir, em vez de reagir?
Evite que reações de outras pessoas influenciem seus próximos passos
Vanessa Mazza

Nas relações entre as pessoas existe muita dinâmica, seja de pensamentos, palavras ou ações. Geralmente acreditamos que praticamente tudo aquilo que é expresso por nós, é de fato nosso. Porém, várias vezes nos vemos falando, fazendo e até mesmo pensando coisas que normalmente não fariam parte de nosso repertório. Nesses momentos, com certa confusão mental, passamos a justificar esses instantes, associando-os com eventos que acabaram de ocorrer ("ele me deixou tão nervoso, que fiz isso").
Isso significa que, a partir daí, construímos uma série de comportamentos e julgamentos baseados neste instante atípico e passamos a expressar características diversas das nossas, nos tornando pessoas diferentes, caso situações como esta se tornem constantes.
Um exemplo disso seria quando estamos dentro de nossa "normalidade" e começamos a conversar ou trabalhar com alguém que está sentindo muita raiva. Esta pessoa está impaciente e, por isso, dá vários sinais de inquietação. É bem possível que acabe lhe ofendendo. Sem perceber, você, que se deixa atingir pela ofensa, mesmo que esta não tenha sido intencional, passa então a vibrar na mesma freqüência de raiva da outra pessoa. Rapidamente você vai perdendo a paciência, ficando agressivo e irônico. Você assume com tal naturalidade aquela postura, que o resto do seu dia fica prejudicado em função disso.
Quando então você se dá conta de seu estado, você passa a associá-lo a outros eventos da sua vida, como as dificuldades financeiras ou o chefe exigente e vai carregando estes fatores com culpa (fatos que antes de você assimilar a raiva alheia, não lhe passavam na mente). Em poucos dias, alimentando cada vez mais estes sentimentos e justificando-os em sua mente, você recria sua realidade. Torna suas contas ainda mais difíceis de pagar ou recebe mais "puxões de orelha" de seu chefe. Tudo então faz pleno sentido, pois se cria uma roda óbvia de ação e reação.
Você não se tocou em nenhum momento de que foi a convivência com uma pessoa que gerou o efeito disparador de toda uma reação em cadeia.

Como evitar reagir inconscientemente às situações e pessoas?
Consciência de quem se é - quando sabemos muito bem quem somos, fica mais fácil identificar sentimentos, pensamentos e ações atípicos;
Foco no presente - se estamos alertas, focados no momento presente, fica nítido quando nossa energia começa a se transformar. Neste instante, podemos identificar a fonte e combatê-la;
Prestar atenção ao próprio interior - estar atento aos fluxos de pensamentos e sentimentos, assim como à direção a qual estão nos levando, nos ajuda a simplesmente mudar a rota. Se os sentimentos são expressões de tristeza, egoísmo, inveja, raiva ou vingança, sabemos que irão influenciar negativamente nossos próximos movimentos.

Pare. Reflita. Resolva. Relaxe.
Quando se perceber agindo de modo estranho, antes de começar a criar as justificativas pare, reflita, resolva e relaxe:
Pare - Não continue a discutir ou a fazer qualquer coisa no momento em que entender que está reagindo a alguma coisa, pois a tendência é ir complicando mais e mais a situação. Vide brigas entre casais;
Reflita - Retire-se para algum lugar tranqüilo, mesmo que seja o banheiro, e tente se lembrar como tudo começou. Quem disparou o gatilho? Será que alguém disse alguma coisa brincando que lhe incomodou profundamente e fez você ficar reagindo sem perceber?;
Resolva - Identificado o problema, resolva-o internamente. Ninguém tem culpa da sua reação. Mesmo que seja uma pessoa cheia de rancor ou raiva que fez algo para você, é o seu livre-arbítrio que decidiu se deixar influenciar ou não;
Relaxe - Resolvido, se acalme, volte ao seu estado anterior de paz e alegria, lembrando-se de todas as boas coisas das quais é agradecido. E vá em frente!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Espera que o sol já vem!


Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei

Escuridão já vi pior,
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem

Tem gente que está do mesmo lado que você,
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança

Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior,
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem

Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena acreditar
No sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém

Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança
Quem acredita sempre alcança

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pense nisso!

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

A hora da verdade

Com todas essas homenagens pelos 50 anos de carreira do Rei, fico com pena de Erasmo Carlos. Legalmente não há nada de errado em não dar destaque devido ao "Tremendão", claro, mas que não é uma atitude muito amiga, ah, isso não é não! Generosidade passou longe nesse caso.
A fase black, a melhor da carreira de Roberto, foi justamente a da parceria com o outro Carlos, o Erasmo. Clássicos da música brasileira saíram dessa época. Como disse Marisa Monte, Roberto Carlos tem a trilha sonora das nossas vidas (eu que o diga: troquei os dentinhos no verão 85/86 e fui sacaneada por todo mundo com aquele refrão: "Eu seiiiiii, tô correndo ao encontro dela/ Coração vai disparado, mas eu ando com cuidado/ Não me arrisco na banguela". Não dou sorte e ninguém me respeita nessa vida, definitivamente! :( ). Mas aí é que tá: suspeito, e há tempos, que as músicas daquela época são boas por causa de Erasmo. Tanto é que Robertão não lançou nada de muito relevante depois da parceria. "Detalhes", por exemplo, é a cara, é bem o estilo de Erasmo Carlos. E ô música bonita! Simples à beça. Mas é tocante. "Duvido que ele tenha tanto amor e até os erros do meu português ruim...". Ouço mil vezes e não enjôo. Idem a "Como é grande o meu amor por você". Perfeita!
É a cara de Erasmo, não de Roberto. O rei tem melhor voz, mas não tem essa profundidade interior. Tá na cara.

Tá na cara, também, o medo de Sandy com relação a carreira solo. Pensei nisso agora, vendo a chamada para uma aparição de Wanessa na TV ("Uanessa", minha ídola trash, uma possível sucessora de Rosana. "Como uma deusa, você me mantéééém...". Adooooooooroooo! hahaha). Sandy é competente mas não é nem um pouco versátil, não é criativa. Nem como produtora nem como intérprete. Um picolé de chuchu, como bem disse Leão Lobo. Ela tem uma voz limitada e sem personalidade, embora seja superafinada. Enfim, sempre a achei medíocre. Podem falar tudo de Britney, por exemplo, mas ela é esperta. Aos 16 anos, quando lançou "Baby one more time", ela bateu o pé para que o clip se passasse numa escola católica e foi  ela quem bolou a coreografia. A gravadora queria algo insosso, um desenho animado se não me engano. O clip chamou atenção da garotada e virou hit na MTV. É ou não é uma pessoa nascida para o mundo do entretenimento? Ou Sandy arranja um bom produtor, alguém que seja criativo por ela e a direcione, ou isso não vai dar certo. Antigamente ela tinha a desculpa de não poder mudar por conta dos fãs que já haviam se acostumado com um certo jeito Sandy de cantar. Agora que ela tem que se reinventar, deve estar tremendo na base. Bem, a seguir cenas dos próximos capítulos.


PS.: Erasmo foi a trilha sonora de uma das cenas mais engraçadas da época do Jornal Laboratório: o bilhete que Salvatore passou para a sua ex-colega de Vieira, Luize, com os seguintes dizeres: "Um homem pra chamar de seu. Mesmo que seja eu!". Não me recordo da moça ter feito uma cara animada diante da proposta de Salva! hahahaha... I love Salvatore! :D

E não é?

"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem"

(João Guimarães Rosa)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Pimentinha

Amanhã é aniversário de Debinha, jornalista engajada, canceriana fofa, pessoa querida que nunca mais vi, infelizmente.
Imagem engraçada da Facom que vou guardar para sempre: Débora saindo picada da reunião da pesquisa de Albino só para dançar Lucy In The Sky With Diamonds, que acabara de começar a tocar na Rádio Facom... Doiiiiidaaaa!...
Débora é uma personagem. Aliás, visual à parte, acho a pessoa muito parecida com uma figurinha de Snoopy: Pat Pimentinha. Do jeito que Débora é, aposto que assim como a espevitada amiga de Charlie Brown, ela também passaria o desenho inteiro achando que Snoopy é apenas um cara esquisito, apesar de andar de quatro, não falar, ter rabinho e orelhas enormes. hahaha

Feliz aniversário, Pimentinha Débora! Que Deus te conserve! ;)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Uma Verdade Inconveniente

"Ideal seria que todas as pessoas soubessem amar o tanto que sabem fingir.''
(Bob Marley)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Sabor a mi

Caramba, lá se vão 370 textos neste blog!! Uns 250 são meus, acho. Pensando por esse lado, eu até que sou uma pessoa produtiva (não crio nada muito edificante, ma vá bene! hahaha).
É como diz a canção:

Tanta vida yo te di
Que por fuerza tienes ya
Sabor a mi


"Oh, pedaço de mim! Oh, metade de mim!..." :P

Cada um no seu quadrado

Muita gente anda reclamando que dona Glória Perez não está sendo fiel ao que de fato se passa na Índia. Eu não sei, não... Se o autor puder abordar o tema de modo mais consistente e fidedigno, melhor, mas não penso que seja uma obrigação. A bem da verdade, é melhor arroz com feijão bem feito que lasagna de quinta.
Algumas vezes dá realmente uma revolta, parecida com a do gol que bate na trave. Não é o caso da ficcionista em questão. É o melhor que Glória Perez pode fazer; é como ela gosta de fazer. Qual é a dificuldade em entender isso?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pêsames


Morreu Michael Jackson. Fiquei sabendo da notícia ontem à noite, pela minha mãe, e mal acreditei. Vou dizer algo que vai soar insensível, mas é o que penso: melhor ter morrido logo do que passar a vida nesse vexame sem fim. Eu mesma tinha vontade de matá-lo quando lembrava do que ele já fez pelo pop e o que se tornou nos últimos anos. Fazia mal à alma vê-lo sendo corroído pelos vermes da loucura em vida. Michael não merecia esse fim...
"Thriller" é o primeiro videoclipe do qual me recordo. Eu era praticamente um bebê na época, mas me lembro da primeira exibição dele no Brasil, em 1983, após as zebrinhas do futebol, no "Fantástico". Acho que fiquei impressionada por ser um clip de terror. Frouxa do jeito que eu sou, não é de se admirar que o vídeo tenha me marcado. hehehe
A passagem de Michael pelo Brasil em 1993 também foi ponto alto para mim. Nossa, como queria ter estado lá!... Eu tinha uma amiga fanática por ele e que me fez escutar "Dangerous" de trás pra frente, de frente para trás, de banda, etc. Mas eu não fiquei tão assim de fora, não! Dei meu jeito: acompanhei as transmissões ao vivo de Michael (e depois de Madonna) via Transamérica FM, com o radinho grudado ao ouvido!hehehe
Que pena. Outro igual não há de ter... Que descanse em paz!


E quase que fui fazer companhia ao astro pop americano, ontem. Mal recebi a notícia de MJ, Cláudio me veio com a bomba: a Secretaria vai mandar de novo Alosa para o exterior. E dessa vez, blame Canada!
Sabe que nem me abalo mais!? Minha alma já está calejada.
Só digo uma coisa: se o Mundo Afro fizer a cobertura, vou baixar o espírito de Iansã com dona Cleidiana Ramos. Alô, alô, Cleidiana! Olha lá! Eu tô te vendo, viu?
Em tempo: Alosa andou dizendo por aí que, por afrocamaradagem, vai assumir a turnê de Michael na Europa. Léo Kret, sister de Pernambués, prometeu fazer a coreografia.


Farah Fawcett também morreu. Se Michael fosse jogador de futebol, não teria estranhado a companhia da loira (ok, piadinha cretina)... Morreu jovem. E de câncer. Eita doença que maltrata! Mas o que mais importa é ter vivido uma boa vida, e acho que isso ela teve.