segunda-feira, 3 de junho de 2019

Começando a entender algumas coisas

Quem me vê quietinha assim, não imagina algumas coisas que acontecem comigo. Nesses últimos três meses tive algumas experiências que me fizeram entender melhor coisas que eu tinha dificuldade de entender. Não vou entrar em detalhes, mas trago algumas anotações (até porque, apesar de ninguém ler isso, de fato com o tempo eu esqueço algumas coisas e disso não quero esquecer):

* Existe reencarnação, a gente não lembra e nem é mais a mesma pessoa, mas tá tudo no nosso inconsciente

* Não existe "pagar pelo que se fez", existe positivação, ou melhor, aprendizado. Imagine uma criança de dois anos. Ela bota um gato dentro da máquina de lavar e mata o bichano. Ela não vai sentir nada porque ela não tem consciência do que fez, mas, conforme vai crescendo e adquirindo evolução moral, amadurecendo, toma consciência do que fez. Daí ela pode sentir muita culpa e pode se punir por isso. Ou pode ir por um caminho mais proveitoso, como por exemplo interiorizar a lição e procurar amar os animais. Ou seja, sofremos ações de vidas passadas por evolução (da consciência de que o que se fez não foi legal), mas também por ignorância (de não aceitar que não se é perfeito e achar que sofrer, "pagar", é o feedback disso). Medrado, que sabe muito do mundo espiritual, disse uma coisa bastante sensata sobre esses líderes espirituais de grandes obras, como Divaldo Franco: mais faz sentido que tenham aprontado em outras vidas que tenham sido anjos. Mas são figuras que preferiram se positivar de um modo inteligente, trabalhando em prol da humanidade. O universo ganha zero coisas quando alguém resolve se punir. Isso é mais vaidade que outra coisa.

* A melhor proteção espiritual é gostar da vida, o que implica em gostar de si mesmo/a. E quando isso acontece, é fácil colaborar com os outros. Ou seja, o lance é ser uma pessoa amorosa (que não tem nada a ver com ser perfeito). Agora eu acho que entendi o "Fora da caridade não há salvação".





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