quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Sobre os nodos sul e vidas passadas

Eu gosto de Astrologia. Começou no ano em que fui pra Brasília e me sentia muito sozinha. Entrei numa comunidade do Orkut, encontrei mestre Alexey, e comecei a me interessar. Não acho que um mapa determina a sua vida. Um mapa te ajuda a se conhecer.
Há muita, muita coisa para estudar. Muita mesmo. Um dos elementos são os nodos.
Todo mapa traz um nodo sul (que por signo e casa nos ajuda a ver o que aquele espírito acumulou de experiências em outras vidas) e um nodo norte (aquilo que veio para esta vida desenvolver). Vou usar meu exemplo para explicar.
Eu tenho nodo sul em aquário na casa 8 e nodo norte em leão na casa 2. Claramente, por ter leão (identidade e autoestima) e casa 2 (autovalorização, recursos materiais, valores materiais e morais), que minha lição é de independência. Como leão está envolvido, preciso ter autoestima, independência e desenvolver minha própria identidade. Com um passado aquariano, eu só me sinto forte agindo em grupo, dissolvida no meio da multidão, fazendo algo pelo coletivo (signo de ar é basicamente relacional, intelectual). Como minha casa do passado é a 8, eu vivia dos recursos alheios e devia usar de manipulação sentimental e sexual pra isso, talentos bem da casa 8, que é a de Escorpião. Então um erro clássico meu nesta encarnação é ficar dependendo do valor que os outros me dão pra me sentir bem, depender das parcerias pra viver, não focar no que é importante para mim. Toda vez que isso acontecer, eu vou me dar mal. Mas sempre foi a minha tendência.
Vejo isso em muitas pessoas que já fiz o mapa. É impressionante, mas vida dando errado equivale a repetição dos padrões do nodo sul.

***
É uma pena que boa parte das pessoas não sejam abertas a experimentar coisas novas. Há tantos caminhos que podem ajudar as pessoas a superar dificuldades internas... Mas as pessoas são muito teimosas, exageradamente racionais às vezes e não se permitem. Você sugere uma coisa nova e elas já acham que sabem tudo, que você não tem nada a acrescentar, que é tudo besteira.
É uma pena que o ser humano seja tão medroso e limitado.

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