segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Dos mestres com carinho

O tempo passa, mas a memória dos grandes mestres permanece. Alguns ensinamentos ficam -  geralmente sem relação com as disciplinas - para a vida inteira. Mas o caso é que nem tudo que ficou foi um ensinamento (não, ao menos, politicamente correto. rs). Separei algumas frases de meus professores. Vocês poderão perceber porque me tornei esta grande alma (cof, cof, cof).

"Seus salientes!" - Maria Luiza, minha professora de educação física do primário, quando a gente furava a fila do lanche. "Saliente" foi a primeira palavra que procurei no dicionário.

"Para a natureza, o que interessa é a mistura das raças; quanto mais mestiça, menos doença tem a pessoa" - Bira, professor de biologia.

"Limpar a bunda com papel higiênico é só lixa-la; não limpa nada" - Antenor, professor de matemática.

"Quem faz duas coisas ao mesmo tempo não faz nenhuma bem" - ele, de novo.

"Vocês não têm que comemorar 15 anos, não; têm que comemorar a primeira trepada" - Patrícia, a professora de história da 7ª série.

"Neném, se você tem 17 anos e se acha feio, tem algum problema mental" - Fernando Eleodoro, professor de português.

"Estamos na merda sem mistura" - ele, again.

"Feliz 2000 para vocês. Não, não contei errado, não. Para mim 1999 já é um ano perdido" - Fernandinho.

"Neném, cuidado para não ficar escravo de uma porrada de coisa que você não precisa. O negócio funciona assim: você ganha dinheiro, e compra. Vai atrás de mais dinheiro para comprar mais coisas, e quando abre os olhos, trabalha só para sustentar essas coisas" - Fernandinho [2].

"A tecnologia não é boa, nem má, nem neutra" - André Lemos.

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