Há muito sofria com sapatos. Já fazia algum tempo que o povo me via andando por aí, para cima e para baixo, com uma certa sapatilha preta, mas não era pela falta de outros sapatos, claro (risos); é que esse era o único par que não me doía (aliás, por isso mesmo, comprei logo dois de vez!). De uns tempos para cá, não tenho mais tido "avarias" em meus calcanhares. Distraída que só eu mesma, somente outro dia percebi que ganhei um calo no lugar que costumava ficar em carne viva. Eba! Agora posso andar por aí sem ter que carregar na bolsa um rolo de esparadrapo. A sapatilha continua firme e forte. Tarde demais: acho que já me apeguei a ela! :D
Assim como usar sapatos, já não me dói mais um monte de coisa que antes me doía - e, literalmente, graças a Deus! Em oito meses - as coisas mudaram de rumo, olhem só, bem na semana em que fiz aniversário! -, cresci muito como pessoa, mudei bastante a (qualidade da) minha atitude. 2009 foi o ano em que me livrei de muito "lixo", de muito "peso". Parto rumo a 2010 sem "excesso de bagagem". Estou aprendendo a "viver a vida". Criei "calos" que me protegem, agora, da dor, ou melhor dizendo, os pequenos atritos já não me deixam mais em "carne viva". E apesar das recaídas e dificuldades que ainda tenho, me sinto muito abençoada pela oportunidade que a vida vem me dando de consertar muita coisa, de aprender muita coisa, ainda jovem. Queria ter sabido o que sei hoje há dez anos. Mas, como diz o outro, tudo tem seu tempo certo. Fazer o quê, né?!
Uma amiga, que assim como eu também gosta de "filosofar", sempre me lembra o quanto temos sorte por isso. Ela me diz: "A esmagadora maioria das pessoas só vai se tocar da miséria que foi a própria vida quando já for tarde demais, quando estiverem face a face com a morte". Quem viveu bem, vai morrer bem. Fato. A esmagadora maioria das agonias que vemos em pessoas que estão em fase terminal mais se deve ao desperdício de vida que a iminência da morte. Outro fato.
A verdade é inevitável, não adianta fugir dela. Vai querer dar de cara com tudo que sempre evitou só na hora da morte, quando nada mais se pode fazer?! "Façam tudo que forem capazes só para viverem em paz".
Assim como usar sapatos, já não me dói mais um monte de coisa que antes me doía - e, literalmente, graças a Deus! Em oito meses - as coisas mudaram de rumo, olhem só, bem na semana em que fiz aniversário! -, cresci muito como pessoa, mudei bastante a (qualidade da) minha atitude. 2009 foi o ano em que me livrei de muito "lixo", de muito "peso". Parto rumo a 2010 sem "excesso de bagagem". Estou aprendendo a "viver a vida". Criei "calos" que me protegem, agora, da dor, ou melhor dizendo, os pequenos atritos já não me deixam mais em "carne viva". E apesar das recaídas e dificuldades que ainda tenho, me sinto muito abençoada pela oportunidade que a vida vem me dando de consertar muita coisa, de aprender muita coisa, ainda jovem. Queria ter sabido o que sei hoje há dez anos. Mas, como diz o outro, tudo tem seu tempo certo. Fazer o quê, né?!
Uma amiga, que assim como eu também gosta de "filosofar", sempre me lembra o quanto temos sorte por isso. Ela me diz: "A esmagadora maioria das pessoas só vai se tocar da miséria que foi a própria vida quando já for tarde demais, quando estiverem face a face com a morte". Quem viveu bem, vai morrer bem. Fato. A esmagadora maioria das agonias que vemos em pessoas que estão em fase terminal mais se deve ao desperdício de vida que a iminência da morte. Outro fato.
A verdade é inevitável, não adianta fugir dela. Vai querer dar de cara com tudo que sempre evitou só na hora da morte, quando nada mais se pode fazer?! "Façam tudo que forem capazes só para viverem em paz".
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